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09 janeiro 2016

[Resenha] Todos Os Nossos Ontens - @Novo_Conceito

Nome: Todos os nossos ontens
Autor(a): Cristin Terril
Páginas: 352
ISBN: 9788581637983
Editora: Novo Conceito
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Submarino, Saraiva

O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?
Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo...

E olha quem está de volta... O louco das distopias. Bom, e desta vez, venho falar de um livro que mistura o mundo distópico com viagens no tempo. Pode parecer loucura e confuso, certo? De fato. Mas é isso que vamos encontrar em Todos Os Nossos Ontens, lançamento de 2015 da Novo Conceito.

A trama se alterna entre presente e passado. No presente, o mundo está um caos, e tudo isso por causa de Cassandra, uma mulher? Não. Uma espécie de Máquina do Tempo. Baseado nos filmes de ficção científica sabemos que brincar com o tempo é bem perigoso. No passado, acompanharemos 3 amigos, Finn, Mariana e James, e um deles construiu Cassandra.

Ainda no futuro, Finn e Em, terão que voltar para o passado e tentar impedir a construção da máquina do tempo, pois eles possuem uma certa ligação com esse acontecimento, mas como estão sendo mantidos presos e torturados, se tornará uma tarefa difícil, fugir, viajar no tempo e destruir quem fez Cassandra. Eles terão várias chances de mudar o futuro, mas poucas de mudar o destino.


Não vou mentir, eu me senti meio perdido na história, mas é possível ver que a autora fez de tudo para que o leitor não se perdesse, porém com todo estes fatos, achei meio difícil me concentrar, e a leitura demorou um pouco para andar. No entanto quando você consegue "se achar" na trama, a leitura flui e a adrenalina entra em suas veias.

O livro é dividido em capítulos, narrados por Em e por Mariana, ou seja, o presente e o passado, no começo a leitura é mais explicativa para situar o leitor no enredo, mas depois da metade, é ação, tiro e morte, e isso que me fez gostar bastante do livro.

Eu fiquei meio decepcionado em relação a trama, porque, lendo a sinopse, achei que seria uma coisa totalmente diferente, com a viagem no tempo e o governo distópico mais presente na história, mas não é o que acontece. O plot é totalmente voltado na vida de Finn, James e Mariana e na construção de Cassandra, o que não deixa de ser bom, pois a autora vai te envolvendo aos poucos e fazendo você gostar dos personagens e de suas vidas.


O livro não terá continuação, a autora fez um post em seu blog, falando que não conseguiu escrever algo melhor de Todos Os Nossos Ontens, portanto quis deixar só como um stand-alone. Mas não fique preocupado, pois a história tem um desfecho próprio, e bem dramático.

Uma coisa que eu não gostei da parte da editora, é a comparação com Jogos Vorazes, senti até uma vergonha alheia, porque gente... Para que tá feio! Seria até tudo bem se o livro fosse parecido com a trilogia de Suzanne Collins, mas não é, a única coisa que ambos possuem é o mundo distópico. E isso eu venho notando acontecer em vários livros de Distopia.

Enfim, o livro está recomendado, novamente, não vá esperando ser um livro estilo Jogos Vorazes, porque não é, mas se você realmente gosta de Distopias e Viagens no tempo, não deixe de ler Todos Os Nossos Ontens,


Esse livro foi uma cortesia da editora.

06 janeiro 2016

[Resenha] O Álbum - @Novo_Conceito

Nome: O Álbum
Autor(a): Timothy Lewis
Páginas: 240
ISBN: 9788581637365
Editora: Novo Conceito
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Submarino

Para Adam, negociante de objetos usados, a casa de Gabe Alexander é apenas uma propriedade que será esvaziada e vendida pelo maior lance. Entretanto, em meio às prateleiras repletas de relíquias, um álbum antigo atrai sua atenção. Nele há cartões-postais amarelados pelo tempo, escritos ao longo de 60 anos. Intrigado, Adam começa a lê-los: eles estão cheios de frases românticas e delicadas, as provas do amor incondicional entre Gabe e Pearl Alexander.
Gabe cuidava para que um cartão chegasse às mãos de Pearl todas as sextas-feiras. Cada um deles possui não apenas um poema, mas verdades preciosas sobre o cotidiano de um casal que viveu um sonho. A soma de todas essas verdades talvez responda perguntas que Adam se faz há muito tempo.

Sabe aqueles livros de romance que mais parecem um filme do que realmente um livro? Essa foi a sensação que tive durante a leitura de "O Álbum", um livro que devo confessar, não imaginava que fosse gostar.

No ano de 2006 vamos conhecer Adam, um negociante de objetos usados, divorciado, se sente um pouco sozinho. Para ele a propriedade de Gabe Alexander é apenas mais uma a ser esvaziada e leiloada pelo maior valor possível.


No meio das coisas de Gabe, Adam encontra um velho álbum de fotografias, entretanto sem fotos, mas com uma bela história de amor vivida por sessenta anos, contada por cartões postais que Gabe escreveu para sua esposa e entregou todas as sextas-feiras enquanto estavam juntos.

Então nós somos levados para 1926, onde conhecemos Gabe Alexander, um homem simples, porém apaixonado pela vida. Trabalhando em uma peixaria, um dia Gabe avista Huck  e a partir daí tudo muda ao se apaixonar à primeira vista por aquela mulher. 


No entanto, Huck não tinha pretensão alguma de que um dia encontraria Gabe, mal sabia ela que isso aconteceria e da forma mais inesperada possível, no meio do bonde e uma confusão de chapéus.

Os dois acabam passando um dia maravilhoso juntos e se conhecendo melhor. Porém, com isso Gabe acaba descobrindo que a mulher por quem está apaixonado é noiva e o que estava indo bem acaba de desmoronar ao descobrir tal fato.


"O Álbum" apesar de ser um livro de romance, não faz muito meu estilo literário favorito, ao contrário, gosto de coisas mais leves e menos complicadas. Mas, por incrível que pareça, estava numa vibe de romances que possuíssem características diferentes e esse foi uma ótima leitura para esse momento.

O livro traz uma história de amor bastante singela e pura. Sua narrativa foi tão envolvente para mim, que a partir de certo momento de leitura eu não queria mais que o livro voltasse para 2006 e sim permanecesse no outro ano, só para que eu pudesse saborear mais dessa linda história de amor dos personagens.


Há também uma certa carga de drama jogada sobre a trama, mas isso não atrapalha nem um pouco a leitura. Na minha opinião foi até um diferencial.

Sobre a diagramação: Mais uma vez tenho que bater palmas para a equipe da Novo Conceito, eles capricharam bastante, tanto na capa quanto na tradução, isso sem falar que quando muda o ano da história, os capítulos iniciam com os cartões postais.

Há algum tempo não pegava um livro assim, que gostasse bastante. E para um romance de estreia, Timothy Lewis soube bem o que estava fazendo.

Enfim, é um romance que vale muito a pena ser lido, encantador, talvez um pouco clichê, mas escrito de uma forma bastante original. Um livro que principalmente os fãs de Nicholas Sparks deveriam ler.


Esse livro foi uma cortesia da editora.

23 dezembro 2015

[Resenha] A Aposta - @Novo_Conceito

Nome: A Aposta
Autor(a): Vanessa Bosso
Páginas: 286
ISBN: 9788581637891
Editora: Novo Conceito - Selo Novas Páginas
Ano de Lançamento: 2015
Comprar: Saraiva

Uma viagem de formatura. Uma aposta perigosa. Lex, o galinha do colégio, terá apenas sete dias para derreter o congelado coração de Nina, a garota que odeia quem use cuecas. Nina enlouquece quando descobre sobre a grande aposta do ano. E agora ela quer sangue: o sangue de Lex. Em meio a chantagens, intrigas, vinganças, diálogos ácidos, aventuras, romance e momentos hilários, as páginas desse livro entrarão em combustão espontânea. Quem sairá vencedor? Façam suas apostas. O jogo de sedução está prestes a começar.


Tipico romance adolescente, "A Aposta" me lembrou muito as comédias românticas de sessão da tarde com personagens clichês e acontecimentos que fazem o romance em si se tornar algo bonitinho e fofo. Personagens com características que me lembraram muito os do filme "10 coisas que odeio em você". 

Nina está no terceiro ano do ensino médio, ela é uma garota comum não muito popular no colégio, mas também não aquela garota totalmente apagada (se é que da para entender, rs). Diferente de outras garotas de sua turma, Nina não tem um namorado, suas experiencias amorosas não foram lá essas coisas e ela não quer saber de se apaixonar tão cedo.


Lex é aquele tipico bad boy de colégio, lindo, pegador e exala aquele ar de perigo capaz de atrair qualquer garota, porém no fundo essas coisas ficam só na aparência. Lex faz parte do time dos grandes apostadores do colégio, não que ele esteja sempre atrás de apostas, mas seu melhor amigo vive nessa vida e acaba colocando Lex no meio, as vezes até sem ele saber. E é o que acontece, quando Lex está precisando de dinheiro e seu pai falou que não daria mais nenhum tostão. Ele entra de gaiato numa aposta criada por Gancho, que é beijar a garota mais intocável do colégio, Nina.  


No entanto, quando soube dessa aposta, uma fúria incontrolável tomou conta de Nina e ela não quer Lex nem pintado de ouro e até que as coisas estavam indo bem a não ser pela Kibi-Mor que começa a espalhar boatos entre ela e Lex e isso faz com Nina lance uma contra aposta, Lex teria uma semana na viagem do colégio para fazer Nina se apaixonar por ele, se conseguisse, Nina daria a ele o dinheiro que precisava para completar junto com o dos apostadores, para ele consertar sua moto.

Contudo, esses dois serão pegos totalmente desprevenidos, pois vão acabar passando tempo demais juntos e inevitavelmente se apaixonando um pelo outro. E a aposta como fica?


Como falei no inicio o livro é bem clichê e de uma maneira geral, posso dizer que adoro romances clichês com uma pitada de comédia, são leves e ótimos para passar o tempo. Entretanto não posso dizer o mesmo desse.

"A Aposta" não é o primeiro livro que leio da autora Vanessa Bosso e posso dizer que essa forma de construir os personagens e capítulos tem sido muito frequente, os capítulos são totalmente desconectados, como se a cada capitulo fosse uma introdução bem comum em começo de livros, mesmo já estando na metade. Não há aquela relação "livro+leitor" onde inevitavelmente acabamos criando durante a leitura com os personagens.


"A Aposta" é narrado em primeira pessoa e possui duas narrações, Lex e Nina. Os capítulos são rápidos demais (coisa de três páginas no máximo) e leitura foi bastante arrastada para mim. Por já tido outras experiencias com os livros da Vanessa e infelizmente todas iguais, não sei se leria outro livro dela. Talvez seja eu e o livro não seja tão ruim assim, pode ser que o leia em outra hora para descobrir.

Não tenho altas recomendações a fazer, é um livro com uma pegada bastante leve, ótimo para ser lido num período de ressaca literária. Leiam e tirem suas próprias conclusões.


Esse livro foi uma cortesia da editora.

16 dezembro 2015

[Resenha] 172 Horas Na Lua - @Novo_Conceito

Nome: 172 Horas Na Lua
Autor: Johan Harstad
Páginas: 288
ISBN: 9788581637099
Ano de Lançamento: 2015
Comprar: Amazon, Extra, Saraiva

O ano é 2018. Quase cinco décadas desde que o homem pisou na Lua pela primeira vez.
Três adolescentes comuns vencem um sorteio mundial promovido pela NASA. Eles vão passar uma semana na base lunar DARLAH 2 - um lugar que, até então, só era conhecido pelos altos funcionários do governo americano.
Mia, Midore e Antoine se consideram os jovens mais sortudos do mundo. Mal sabem eles que a NASA tinha motivos para não ter enviado mais ninguém à Lua.
Eventos inexplicáveis e experiências fora do comum começam a acontecer...
Prepara-se para a contagem regressiva.

Uma vez, eu ouvi falar de 172 Horas Na Lua, em um canal literário, o livro não tinha nem editora para ser lançado aqui no Brasil, e me interessei muito pela a história, e quando soube que a Novo Conceito ia lançar, eu fiquei muito feliz, e quando chegou, já peguei para ler, e gente... QUE LIVRO INCRÍVEL!


Estamos em 2018, a NASA planeja um retorno para a Lua, com interesse em pesquisar e investigar alguns mistérios da primeira viagem ao satélite natural, mas para o povo eles só vão buscar um pouco de tântalo setenta e três. Para alarmar menos ainda, eles fizeram um sorteio entre adolescentes do mundo inteiro, onde 3 seriam escolhidos para ir junto com os astronautas, e é aí que conhecemos Mia, Midori e Antoine, os escolhidos.


De início eles são considerados os sortudos, eu principalmente daria de tudo para ir para Lua (sem malícias, por favor), mas o que o mundo não sabe é que a NASA tinha motivos muito sérios e perigosos para não mandar ninguém de volta, depois de quase 50 anos da primeira viagem lunar.


Lá na Lua eles se instalam na DARLAH 2, uma base lunar, conhecida, até então, somente pelos funcionários de alto escalão do governo dos EUA. Mas algumas coisas estranhas acontecem, há algumas pegadas diferentes na Lua, será que existe vida lá fora? E o autor norueguês intriga o leitor desde o começo até o fim do livro, quando vi já tinha terminado a leitura.


Capa norueguesa do livro
Darlah - 172 timer pâ mânen
E sério pessoal, o que foi aquele final? É muito estilo "blow my mind", coisa que você nunca esperaria que acontecesse, acontecem, e tudo que era para ser bom dá ruim na história (e isso é INCRÍVEL). Eu realmente não posso falar muita coisa, porque senão estragaria totalmente a surpresa, e eu espero que vocês leiam este livro. É o melhor Sci-fi que já li na minha vida inteira, eu tive que favoritar e dar 5 estrelas porque realmente é muito bom.

O livro possui umas fotos muito legais, em preto e branco, meio que ilustrando a história, e isso ajuda muito o leitor, pois quando fala algum termo técnico, sempre tem uma imagem para auxiliar na leitura. A diagramação é muito boa, até porque é Novo Conceito né... A minha única reclamação é que eu realmente não gosto desta capa, eu acho que a editora deveria ter deixado de lado a capa americana e ter feito outra ou ter pego a norueguesa mesmo que eu acho bem mais atrativa, para um livro maravilhoso, a capa tem que chamar bastante a atenção.

Eu achei que seria muito difícil fazer esta resenha, mas não foi, espero muito que ela não tenha ficado muito puxa saco... Então foi isso pessoal, se você já leu o livro, divida a suas opiniões nos comentários que eu irei responder, nos sigam nas redes sociais e até mais!

Esse livro foi uma cortesia da editora.

09 dezembro 2015

[Resenha] Dez coisas que aprendi sobre o amor - @Novo_Conceito

Nome: Dez coisas que aprendi sobre o amor
Autor(a): Sarah Butler
Páginas: 256
ISBN: 9788581637778
Editora: Novo Conceito
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Amazon, Extra

Por quase 30 anos, quando a brisa de Londres torna-se mais quente, Daniel caminha pelas margens do Tâmisa e senta-se em um banco. Entre as mãos, tem uma folha de papel e um envelope em que escreve apenas um nome, sempre o mesmo. Ele lista também algumas coisas: os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu. Alice tem 30 anos e sente-se mais feliz longe de casa, sob um céu estrelado, rodeada pela imensidão do horizonte, em vez de segura entre quatro paredes. Londres está cheia de memórias de sua mãe que se fora muito cedo, deixando-a com uma família que ela não parece fazer parte. Agora, Alice está de volta porque seu pai está morrendo. Ela só pode dar-lhe um último adeus. Alice e Daniel parecem não ter nada em comum, exceto o amor pelas estrelas, cores e mirtilos. Mas, acima de tudo, o hábito de fazer listas de dez coisas que os tornam tristes ou felizes. O amor está em todas as partes desta história. Suas consequências também. Sejam boas ou más. Até que ponto uma mentira pode ser melhor do que a verdade?

Eu me apaixonei por literatura muito cedo, muito nova, pouco tempo depois de aprender a ler,sou apaixonada por ela até hoje... e uma das coisas que eu mais amo na literatura (e me aflige ao mesmo tempo) é a capacidade de confronto consigo mesmo que um livro traz a cada um de nós. Acreditem, os livros me desafiam o tempo todo, como se tivessem o poder de dizer na minha cara: “Esse assunto te dói? Te deixa desconfortável? Então dê seu jeito de lidar com isso.” E por mais que me deixem pensativa demais, não desisto deles nunca, não obstante o nível do ‘dedo na ferida’.


Eu me senti assim, desafiada, ao ler a sinopse de ‘Dez coisas que aprendi sobre o amor’. Fala sobre a relação (inexistente) entre pai e filha que não se conhecem, ele sabe dela, ela não sabe sobre ele. Também não conheço meu pai,leitores. Nunca convivi com ele,nunca o vi, não sei sobre suas preferências, aflições e vida cotidiana, e ler sobre esse tipo de relação não estabelecida, mexeu comigo e com as minhas emoções, da maneira que só um livro pode fazer. Mas nem de estranheza consiste essa minha história, tive uma sorte que Alice não teve, a de se sentir pertencente a uma família maravilhosa, de ter um lugar meu, de amor, confortável e acolhedor.


Alice sempre se sentiu deslocada em relação à sua família. Não que fosse negligenciada pelos seus pais e irmãs, mas, algo muito similar ao desconforto fazia com que ela gostasse muito mais de viajar pelo mundo do que estar em família. Após a morte prematura de sua mãe sentiu-se ainda muito mais responsável pela infelicidade de todos, assim que teve idade passou a viajar, para os lugares mais distantes possíveis. As memórias na casa da família são fortes demais, a lembram o tempo todo das coisas que quer fingir que não existem.


Do outro lado da história está Daniel, morador de rua, com um passado que ninguém sabe qual é e na verdade, não se interessam em saber. Com a narrativa dele, vemos quão invisíveis essas pessoas que não tem um lar se tornam. Daniel tem um objetivo, conhecer a filha que concebeu com seu grande amor, mas não sabe quem é essa filha, onde encontrá-la e qual seria a reação dela ao descobri-lo.

Além do parentesco desencontrado, uma única coisa os torna semelhantes: a estranha mania de fazer listas de dez itens, sobre os mais diferentes aspectos da vida.


Alice é só, mesmo rodeada de pessoas. Daniel é invisível na multidão. O amor permeia essa história de uma maneira muito singular, numa linha tênue entre a segurança de uma mentira e a o desastre que pode causar uma verdade.

“ Você não pode sentir saudade de alguém que não conheceu. Mas sinto saudade de você.”

Esse livro foi uma cortesia da editora.


Até!

17 novembro 2015

Lançamentos da @Novo_Conceito - Nov/2015

Oi pessoal! 
Vamos conhecer os lançamentos da Editora novo Conceito desse mês? Tem muita coisa boa e eu estou louca para ler todos! Confiram:

Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.
No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.
Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.
O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas... Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.
A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Dan achava que tinha uma vida feliz com Clara, mas, de uma hora para outra, ela desaparece inesperadamente de sua vida, deixando para trás apenas uma carta de despedida e um cachorro. A pequena criatura é incomum e sequer tem um nome definitivo, ele é simplesmente chamado de Doggo. Agora, Dan tem a missão de devolver Doggo, e, ao mesmo tempo, encontrar um novo emprego. A primeira missão parece ser fácil, a segunda, nem tanto. Com o passar dos dias, Dan começa a desfrutar da companhia de Doggo e não tem coragem de abandoná-lo. De forma singela, mas significativa, a presença do pequeno cão ajuda àqueles que estão ao seu redor. Doggo acaba tornando-se muito mais que um amigo de quatro patas, transforma-se em uma verdadeira fonte de inspiração para o trabalho e para a vida de Dan.
Esperando Doggo não é só um livro sobre um cachorro. É um livro sobre o poder de uma verdadeira e sincera amizade.

O que um governo poderia fazer se pudesse viajar no tempo?
Quem ele poderia destruir antes mesmo que houvesse alguém que se rebelasse?
Quais alianças poderiam ser quebradas antes mesmo de acontecerem?
Em um futuro não tão distante, a vida como a conhecemos se foi, juntamente com nossa liberdade. Bombas estão sendo lançadas por agências administradas pelo governo para que a nação perceba quão fraca é. As pessoas não podem viajar, não podem nem mesmo atravessar a rua sem serem questionadas. O que causou isso? Algo que nunca deveria ter sido tratado com irresponsabilidade: o tempo. O tempo não é linear, nem algo que continua a funcionar. Ele tem leis, e se você quebrá-las, ele apagará você; o tempo em que estava continuará a seguir em frente, como se você nunca tivesse existido e tudo vai acontecer de novo, a menos que você interfira e tente mudá-lo...

Uma história sombria, em uma atmosfera romântica e um quê de Hitchcock, sobre um homem que fora arrastado para uma trama irresistível de paixão e assassinato quando um antigo amor reaparece.de mentiras.
Em uma noite de sexta-feira, a rotina confortável e previsível de George Foss é quebrada quando, em um bar, uma bela mulher senta-se ao seu lado. A mesma mulher que desaparecera sem deixar vestígios vinte anos atrás. Agora, depois de tanto tempo, ela diz precisar de ajuda e George parece ser o único capaz de salvá-la. Será que ele a conhece o suficiente para poder ajudá-la?







Beijos!

01 novembro 2015

[Resenha] Fragmentados - @Novo_Conceito

Nome: Fragmentados
Autor(a): Neal Shusterman
Páginas: 320
ISBN: 9788581635194
Editora: Novo Conceito
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Saraiva

Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria .
Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos desde as mãos até o coração é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.
O vencedor do Boston Globe-Horn Book Award, Neal Shusterman, desafia as ideias dos leitores sobre a vida: não apenas sobre onde ela começa e termina, mas sobre o que realmente significa estar vivo.

Vamos soltar a imaginação... Tente imaginar um mundo futurístico, onde os pais podem "abortar" retroativamente uma criança com idade entre 13 e 18 anos de idade, como isso acontece? Simples, você assina uma ordem de fragmentação e seu filho vira um fragmentário, 99% das partes do corpo dele são retiradas e usadas em transplantes para outras pessoas. Impossível? Talvez não.

E é neste mundo louco que a história de "Fragmentados" irá se passar, vamos conhecer Connor e Risa que são fragmentários e que decidiram fugir para não ter o fim que foi destinado a eles, e Lev, um menino que é um espécie de dízimo, que se voluntariou para ser fragmentado, e foi pego como refém pelos outros dois.


E a partir deste ponto, a história fica meio que "comum", os fragmentários fugitivos buscam sobreviver até os 18 anos, vão encontrar inimigos, amigos, mortes, medos e um pouco de diversão. E é incrível como o autor consegue fazer uma coisa de certa forma, comum, se tornar num livro bem divertido, e numa distopia original.

Este é mais um daqueles livros que faz o leitor pensar na crueldade humana, na luta pelo dinheiro ser capaz de doar o seu próprio filho, sangue do seu sangue, para ser despedaçado e enregado à outras pessoas mais cruéis ainda. É incrível como Neal Shusterman criou um mundo revoltante e inimaginável.


Eu realmente AMO distopias, e com "Fragmentados" não foi diferente, gostei bastante da escrita do autor, de fazer com que a narrativa mude de foco, porém sempre em 3ª pessoa, então podemos ver o que cada personagem está fazendo e sentindo. mas não há uma ligação direta entre o leitor e os personagens.


Enquanto estava lendo, não sabia que o livro fazia parte de uma série, só fui saber depois de terminar a leitura, e fiquei muito curioso para o próximo volume, pelo motivo de, Fragmentados, já ter um desfecho próprio, e que não necessitaria de uma continuação, e me fez pensar, se existe os outros volumes (no EUA) só para "encher linguiça".

O livro está muito recomendado, eu gostei bastante dele, da criação do autor, então se você gosta do gênero, este é o livro!


Este livro foi uma cortesia da editora.

23 outubro 2015

[Resenha] Tocando as Estrelas - @Novo_Conceito

Nome: Tocando as Estrelas
Autor(a): Rebecca Serle
Páginas: 224
ISBN: 978-85-8163-733-4
Editora: Novo Conceito
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Saraiva, Submarino

Quando Paige Townsen deixa de ser uma simples aluna do ensino médio para se tornar uma celebridade, sua vida muda do dia para a noite. Em menos de um mês, ela troca as ruas da sua cidade natal por um set de filmagem no Havaí e agora está conhecendo melhor um dos homens mais sexies do planeta segundo a revista People. Tudo estaria perfeito se o problemático astro Jordan Wilder não fincasse o pé em uma das pontas desse triângulo cinematográfico. E Paige começa a acreditar que a vida, pelo menos para ela, imita a arte.

Posso dizer, que já li de tudo nessa minha vida e que como todo leitor, tenho minhas preferências, por isso não tenho vergonha de assumir: amo romancinhos!!! Então já li muitos, de temáticas e cenários diferentes, de época, futuristas, sobrenaturais, dramáticos, com alta carga psicológica...enfim. Digo isso, pois penso que romances são fáceis de categorizar, sabe?! São fáceis de identificar para que público foram escritos e ‘Tocando As Estrelas’ é um romance que com toda a certeza, agradará o público juvenil. Mas um pequeno detalhe, para livros e enredos  tenho uma memória que não deixa passar nada  e confesso que achei MUITO parecido com um livro chamado ‘Entrelinhas’ da escritora Tamara Webber (por aqui ficou conhecida através do livro Easy, que é bom, já li rsrs). Inclusive a questão de ser uma série. Mistério...


‘Tocando as Estrelas" é o primeiro livro de uma série que ainda não se sabe de quantos volumes será, chamada Famous in Love. O segundo volume ainda não foi publicado aqui no Brasil, mas para os que se aventuram a ler no idioma original, o título é ‘Trully, Madly, Famous’. Quando eu digo que é bem voltado para o público juvenil levo em consideração que as questões levantadas no livro são abordadas de forma leve e retratam aspectos que fazem parte da vida dos adolescentes da idade da Paige, a relação com os amigos, o rumo que a vida profissional tomará, os conflitos com a família e as dúvidas quando o assunto é o coração . E não tem pegada hot, bom para quem ainda não tá nessa vibe, ok? (Juízo, crianças! rs)


Paige Townsen torna-se uma celebridade da noite para o dia, faz um despretensioso teste para a adaptação cinematográfica da sua série de livros preferida, chamada Locked. A série já possui um galã, seu nome é Rainer, agradável, bonitão e charmoso. Rainer e Paige vão construindo todo um jogo de conquista com uma proximidade que a deixa sem acreditar que está realmente flertando com o cara do momento, sonho dourado de todas as garotas.

“ Rainer me acompanha até a porta e nós dois estamos com os olhos inchados, quase dormindo. Então ele faz uma coisa que nunca tinha feito antes. Me puxa contra ele e me abraça. Não um abraço rápido, mas um longo e profundo...”

 E é aí que entra Jordan, a outra ponta desse triângulo amoroso, que mexe com Paige de uma forma que ela não sabe explicar e confesso que nem eu, porque achei uma reação meio exagerada...com o Rainer acontece um flerte, a Paige vai se encantando aos poucos,fica toda apaixonada, a gente até torce por eles, mas com o Jordan é uma coisa meio sem pé nem cabeça, do nada,parece que se desliga no interruptor toda a magia que acontecia com o Rainer, não entendi muito qual era mas enfim, leiam que vocês vão entender o que eu disse.

“Percebo como a forma que ele olha pra mim. Seus olhos parecem dizer por nós dois: Queria que as coisas fossem diferentes...Isso não importa mais. È como um guarda-chuva no meio de uma tempestade depois de estar completamente molhado. Exatamente o que você precisava, o que você queria, mas já é tarde.”

A situação da Paige com relação aos dois rapazes é tensa porque eles já tiveram uma treta no  passado, envolvendo uma ex-namorada, traição...banquete para as revistas de fofoca e paparazzis de plantão. E é aí que a Paige precisa se decidir quanto ao que quer, tanto no set de filmagem quanto fora dele.

No mais, a capa foi uma aposta certeira da editora, pois parece que os holofotes acendem, um efeito visual bem bonito...Queridos, confesso que achei um romance levinho até demais, talvez seja porque sou uma senhora de 30 anos e tal,certos conflitos já não me abalam rsrs mas, é bom para quem quer suspirar por aí.

Esse livro foi uma cortesia da editora.

03 outubro 2015

Lançamentos da @Novo_Conceito - Out/2015

 Alasca, 1920: um lugar especialmente difícil para os recém-chegados Jack e Mabel. Sem filhos, eles estão se afastando cada vez mais um do outro. Em um dos raros momentos juntos, durante a primeira nevasca da temporada, eles constroem uma criança feita de neve. Na manhã seguinte, a criança de neve some. Dias depois, eles avistam uma criança loira correndo por entre as árvores. Uma menina que parece não ser de verdade, acompanhada de uma raposa vermelha e que, de alguma formam consegue sobreviver sozinha no frio e rigoroso inverno do Alasca. Enquanto Jack e Mabel se esforçam para entender esta criança que parece saída das páginas de um conto de fadas, eles começam a amá-la como se fosse sua própria filha. No entanto, nesse lugar bonito e sombrio, as coisas raramente são como aparentam, e o que eles aprenderão sobre essa misteriosa menina irá transformar a vida de todos.

 Após a morte de seu pai, Anna Bonnier tenta recuperar um pouco de sua felicidade ao viajar para uma estação de esqui com sua melhor amiga, Loreta. Entretanto, o que era para ser um simples passeio, acaba por se tornar um desafio sobrenatural.
Anna conhece o enigmático Raziel e percebe uma forte conexão que vai além da realidade, sobretudo quando descobre que o sentimento que tem por ele atravessa os séculos.
Aos poucos, a proximidade que constroem juntos traz novos riscos. O relacionamento amoroso que ela sempre desejou pode desaparecer de forma trágica, assim como o homem que abriu seu coração.
Passado, presente e futuro caminham juntos nessa emocionante história de amor e sedução, em que a realidade é capaz de alterar, a qualquer momento, o destino de cada um deles.

Depois de não conseguir evitar que um homem acabasse com a própria vida, Christine passa a refletir sobre o quanto é importante ser feliz. Por isso, ela desiste de seu casamento sem amor e aplica as técnicas aprendidas em livros de autoajuda para viver melhor.
Adam não está em um momento muito bom, e a única saída que ele encontra para a solução de seus problemas é acabar com sua vida. Mas, para a sorte de Adam, Christine aparece para transformar sua existência, ou pelo menos tentar ajudá-lo.
Ela tem duas semanas para fazer com que Adam reveja seus conceitos de felicidade. Será que ele vai voltar a se apaixonar pela própria vida?
 A maioria das garotas mataria para passar meses viajando pela Europa após a formatura da faculdade, sem responsabilidade, sem os pais e sem limite nos cartões de crédito. Kelsey Summers não é exceção. Ela está tendo o momento de sua vida... ou isso é o que ela continua dizendo a si mesma.
É um negócio solitário, pois está tentando descobrir quem ela é, especialmente porque está com medo de não gostar do que pode encontrar. Nenhuma quantidade de bebida ou dança pode afugentar a solidão de Kelsey, mas talvez Jackson Hunt possa. Depois de alguns encontros casuais, ele a convence a fazer uma viagem de aventura ao invés de ficar bebendo. A cada nova cidade e experiencia, a mente de Kelsey se torna um pouco mais clara, e seu coração menos. Hunt ajuda a desvendar seus próprios sonhos e desejos, mas quanto mais ela conhece sobre si mesma, mais percebe o quão pouco ela sabe sobre ele.

Atitudes positivas, reconhecimento por um feito artístico, envolvimento cognitivo com o que se gosta e o que se faz bem. Essas são algumas atitudes que fazem parte do Renovo.
O Renovo nos dá a possibilidade de fazer melhor, de ter esperança, de transformar o estado de fatalidade em felicidade mesmo que seja momentânea. É preciso se reinventar para que aconteça a mudança de vida.
O Renovo pode, e deve, fazer parte da vida de todos. Superar o que não serve mais e construir hábitos importantes, cada vez mais presentes. A transformação vem de dentro. É essencial querer mudar, procurar a renovação interna com inspirações que vêm de fora.
Pense nisso. Renove-se. Inspire-se. Mude.



Post escrito por:
Jorge Henrique 

21 setembro 2015

Lançamentos da @Novo_Conceito - Set/2015

Por quase 30 anos, quando a brisa de Londres torna-se mais quente, Daniel caminha pelas margens do Tâmisa e senta-se em um banco. Entre as mãos, tem uma folha de papel e um envelope em que escreve apenas um nome, sempre o mesmo. Ele lista também algumas coisas: os desejos e o que gostaria de falar para sua filha, que ele nunca conheceu. Alice tem 30 anos e sente-se mais feliz longe de casa, sob um céu estrelado, rodeada pela imensidão do horizonte, em vez de segura entre quatro paredes. Londres está cheia de memórias de sua mãe que se fora muito cedo, deixando-a com uma família que ela não parece fazer parte. Agora, Alice está de volta porque seu pai está morrendo. Ela só pode dar-lhe um último adeus. Alice e Daniel parecem não ter nada em comum, exceto o amor pelas estrelas, cores e mirtilos. Mas, acima de tudo, o hábito de fazer listas de dez coisas que os tornam tristes ou felizes. O amor está em todas as partes desta história. Suas consequências também. Sejam boas ou más. Até que ponto uma mentira pode ser melhor do que a verdade?

A bem-sucedida corretora de imóveis de Seattle, Mia Sullivan, não é nada boba... A não ser naquela única semana em que entregou seu coração a um músico sensual, que não lhe deu nada em troca além de dias e noites perfeitas em sua cama. Apesar de ter jurado que nunca mais o veria, ele foi o único homem de quem não conseguiu se esquecer.  Um dos roqueiros mais desejados do mundo, Ford Vincent pode ter a mulher que quiser... exceto Mia Sullivan. Agora ele sabe que as milhares de fãs que cantam suas músicas não podem preencher o seu vazio. Só o amor de Mia tem esse poder então, ele jura fazer tudo o que for preciso para conquistar o coração dela novamente. Depois de um reencontro, uma atração intensa surge entre eles. Será que, finalmente, Mia e Ford irão descobrir um amor forte o suficiente para durar para sempre?

Após deixar sua cidade natal, Leran está perdido em busca de uma pessoa que possa ajudar sua irmã Luana a controlar seus poderes. Enquanto foge de caçadores colocados em seu encalço, o arqueiro conhecerá novos lugares e aliados para sua jornada. Ao mesmo tempo, Tlavi, a jovem Estrela da Cura, tenta desvendar os mistérios de um criminoso capaz de erguer as forças das trevas no território pacificado do Reino Central. O caminho desses personagens está ligado pelo destino. Será que poderão lutar juntos para descobrir como vencer os novos inimigos? Conseguirá Luana despertar sua verdadeira força? Como Leran agirá diante da evolução dos poderes da irmã? É o que você vai descobrir em Supernova: A Estrela dos Mortos.


A primeira experiência amorosa de Nina não foi nada boa. Diante de tamanha decepção, a garota não quer saber de namorados e seu coração virou uma pedra de gelo. No colégio, os garotos lançam uma aposta a Lex, o grande pegador , daqueles que arrancam suspiros até mesmo de objetos inanimados. Será que ele, com todo seu poder de sedução, conseguirá conquistar o coração de Nina? De forma hilária e dinâmica, a autora levará os leitores a uma viagem inesquecível, na qual a amizade e o amor reinarão em absoluto... Até que uma vingança surja em cena para estragar tudo. Quem sairá vencedor?  Façam suas apostas. O jogo está prestes a começar.



Tô de volta, meus lokões e lokonas! Pra deixar vocês ainda mais ligados nas minhas aventuras. Como todo adolescente, eu já aprontei bastante e sobrevivi a muitos sentimentos. Alguns deles eu descrevo nos vídeos do canal EU FICO LOKO, onde tem uma galera que me acompanha. Outros, guardo para estes encontros especiais que tenho com vocês, através dos meus livros. Viagens, escola, festas, namoros, amigos, família, Copa do Mundo... Cada um desses assuntos traz ótimas recordações. E muitos segredinhos também. Se você gostou das histórias do meu primeiro livro, vai ficar ainda mais ligado nas situações que reservei para esta continuação! Ou, como eu adoro dizer, as histórias que tive medo de contar no primeiro livro. Ficou curioso? Então chega mais!

Nick suportou o bullying de várias maneiras por ser “;diferente”.Entretanto, ele aprendeu que não se deve entrar no jogo de um bully — e nem você deve ser um. Em Fique Forte, Nick mostra algumas estratégias para criar “;um sistema de defesa”;, que permitirá enfrentar os bullies e o motivará a desenvolver sua autoconfiança. Nenhum bullying pode definir quem você é. Você está sofrendo com o bullying? Você pode enfrentar isso, porque tem mais poder sobre seus sentimentos e sua vida do que imagina! Basta conhecer Nick — o homem sem braços nem pernas, e que tem uma vida absolutamente boa!





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