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12 fevereiro 2019

As melhores séries de romances de época que já li

Heeey!
Eu já falei aqui algumas vezes nas resenhas e posts aleatórios, que sou completamente louca por romances de época. O primeiro livro do gênero que li foi, "O amor é...cego?" da autora Linsay Sands. Há pouco tempo consegui um exemplar livro, graças a uma troca no Skoob, e vocês não imaginam a minha felicidade, pois o livro não é mais publicado no Brasil. E acreditem, o livro é muito bom, vou postar uma resenha dele aqui, só para vocês entenderem o que estou falando.

E logo depois desse livro, fui ler "O Duque e Eu", dai para frente não parei mais, Julia Quinn realmente faz jus ao apelido de rainha dos romances de época, ela é uma das minhas autoras preferidas e claro, minha série favorita dela, não poderia ser outra senão "Os Bridgertons", né? Então, vamos começar esse post falando do primeiro livro da série:

O Duque e Eu - Os Bridgertons Livro 1


Sinopse: Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta. Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida. 

É impossível não se apaixonar pelo Simon, sério!

Desejo à Meia-Noite - Os Hathaways Livro 1


Sinopse: Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida. Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina. Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos.
Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera. E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas. Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos.
Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento?

Lisa Kleypas é puro amor e não tem como não se apaixonar pelos personagens dessa série, quem leu sabe bem do que estou falando.

Uma Semana Para Se Perder - Spindle Cove Livro 2


Sinopse: O que pode acontecer quando um canalha decide acompanhar uma mulher inteligente em uma viagem?
A bela e inteligente geóloga Minerva Highwood, uma das solteiras convictas de Spindle Cove, precisa ir à Escócia para apresentar uma grande descoberta em um importante simpósio. Mas para que isso aconteça, ela precisará encontrar alguém que a leve. 
Colin Sandhurst Payne, o Lorde Payne, um libertino de primeira, quer estar em qualquer lugar menos em Spindle Cove. Minerva decide, então, que ele é a pessoa ideal para embarcar com ela em sua aventura. Mas como uma mulher solteira poderia viajar acompanhada por um homem sem reputação? 
Esses parceiros improváveis têm uma semana para convencer suas famílias de que estão apaixonados, forjar uma fuga, correr de bandidos armados, sobreviver aos seus piores pesadelos e viajar 400 milhas sem se matar. Tudo isso dividindo uma pequena carruagem de dia e compartilhando uma cama menor ainda à noite. 
Mas durante essa conturbada convivência, Colin revela um caráter muito mais profundo que seu exterior jovial, e Minerva prova que a concha em que vive esconde uma bela e brilhante alma. Talvez uma semana seja tempo suficiente para encontrarem um mundo de problemas. Ou, quem sabe, um amor eterno.

Eu tenho um problema sério com os escoceses, rs, logo, não era pra menos que esse fosse meu livro preferido da série.

O amor é... cego?


Esse livro, como disse, não faz parte de nenhuma série, mas não poderia deixa-lo de fora desse post, Linsay Sands criou uma história incrível, original e encantadora.

Sinopse: Inglaterra, 1720
Adrian Montfort, o conde de Mowbray, sabia que a bela e estabanada lady Clarissa Crambray podia ser perigosa. Ela era, na verdade, um desafio. Mas era exatamente o desafio que ele precisava...
Clarissa sempre desejou encontrar um noivo, mas sua madrasta queria mais ainda que a enteada encontrasse alguém disposto a se casar com ela. Clarissa concordava que os óculos escondiam a beleza de seu rosto, mas se ela seguisse o conselho da madrasta e não os usasse, como iria enxergar? Já causara confusão suficiente para merecer um apelido infame nos círculos sociais, em função de sua deficiência visual. Todos os possíveis pretendentes pareciam sair correndo... Até que de repente apareceu um cavalheiro disposto a dançar com ela. Um homem elegante, atraente, misterioso... E Clarissa se vê a tropeçar... no amor!

Ligeiramente Casados - Os Bedwyns Livro 1


Sinopse: À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse "Custe o que custar!". Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum.
Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias.
Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar.
Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados...
Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página. 

O que acharam?
Quais dessas séries vocês já leram?

Beijos!

09 outubro 2018

[Resenha] Um Acordo e nada mais - @editoraarqueiro

Nome: Um acordo e nada mais
Autor(a): Mary Balogh
Série: Clube dos Sobreviventes
Páginas: 304
ISBN: 9788580418798
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2018
Comprar: Amazon
Embora Vincent, o visconde Darleigh, tenha ficado cego no campo de batalha, está farto da interferência da mãe e das irmãs em sua vida. Por isso, quando elas o pressionam a se casar e, sem consultá-lo, lhe arranjam uma candidata a noiva, ele se sente vítima de uma emboscada e foge para o campo com a ajuda de seu criado.
No entanto, logo se vê vítima de outra armadilha conjugal. Por sorte, é salvo por uma jovem desconhecida. Quando a Srta. Sophia Fry intervém em nome dele e é expulsa de casa pelos tios sem um tostão para viver, Vincent é obrigado a agir. Ele pode estar cego, mas consegue ver uma solução para os dois problemas: casamento.
Aos poucos, a amizade e o companheirismo dos dois dão lugar a uma doce sedução, e o que era apenas um acordo frio se transforma em um fogo capaz de consumi-los.
No segundo volume da série Clube dos Sobreviventes, você vai descobrir se um casamento nascido do desespero pode levar duas pessoas a encontrarem o amor de sua vida. (SKOOB)

Oi gente, como estão? Espero que bem, pois hoje estou mais do que animada de estar aqui com vocês e vamos conversar sobre um romance de época lindo e que eu estava esperando muito para ler e mais ainda para poder vim aqui e contar para vocês, vamos conversar hoje sobre “Um acordo e nada mais” da Mary Balogh, preparados? Vamos lá.

No segundo volume da Série do Clube dos Sobreviventes vamos conhecer a história do Vicent ou Visconde Darleigh, um personagem que desde o primeiro volume dessa série me deixou, cativa e curiosa. Imagine um cego. Sim gente, Vicent apesar de ser novo no auge dos seus 24 anos entrou cedo para o exército e saiu mais cedo ainda das guerras napoleônicas, pois logo que chegou sofreu um grave acidente e perdeu totalmente a visão. Isso ocasionou para ele uma total reformulação de vida obviamente.


O que mais incomodava ele nessa nova fase de sua vida é que além de ser permanente sua mãe e irmãs o tratavam como um bebê que não podia fazer nada, pois poderia se machucar e as decisões tinham que ser tomadas por elas, pois ele já não era mais capaz de tal coisa. Só que não era bem assim né, ele podia sim fazer tudo que quisesse, claro que tinha limitações, mas não o impedia de viver, e o estopim para ele cortar esse vinculo que estava matando-o foi fugir no meio da noite, pois já não aguentava mais ouvir todos em sua volta falar que ele precisava casar logo para ter um herdeiro.

Então sim, em um ato de rebeldia ele foge no meio da noite com seu valet e sem deixar rastros some por um tempo, ele simplesmente precisa sentir que tem  sua liberdade novamente, e por um tempo ele sente isso, mas depois ele sente falta de casa, não a casa que fugiu, na verdade ainda não se sente pronto para encarar sua família novamente, mas da casa em que cresceu, a casa em que passou os melhores momentos de sua vida antes de tudo mudar, então é para lá que parte, em uma missão em que não quer que ninguém saiba que ele está ali, pois sabe que assim que for reconhecido sua família saberá aonde ele está.


O outro lado dessa história é contado pela Srta. Sophia Fry, uma dama órfã, falida, que vive há 5 anos na casa de parentes, a primeira casa que foi encaminhada logo após a morte do pai foi de uma tia que morreu subitamente e não deixou nada para ela, logo após isso ela foi morar em uma cidadezinha no interior da Inglaterra e foi tão mal tratada que até os funcionários da casa em que habitavam tinham um tratamento melhor. Simplesmente era chamada de “ratinha” e ninguém se importava com ela, e com o passar do tempo isso foi se tornando a fortaleza de Sophia.

Mas tudo muda quando um belo homem aparece na cidade e ela se sente imediatamente atraída por ele, na verdade ela se sente razoavelmente confortável, pois já que esse homem é Vicent e ele é cego jamais poderá vero “horror” que é a dama. E também ela jamais imaginou que em um curtíssimo espaço de tempo a vida dela iria mudar por conta deste mesmo cavalheiro.

"– Ontem, você me prometeu obediência – disse ele.
– Sim.
Ela engoliu em seco, desajeitadamente.
– Aqui vai uma ordem, então. E exigirei obediência absoluta, Sophie. Ficarei genuinamente bravo se me desobedecer. A partir deste momento, você vai parar de se depreciar. Não posso vê-la, mas acredito em sua palavra quando diz que não é bonita de acordo com os padrões de beleza da sociedade. Talvez não seja surpreendentemente bonita a um observador casual, embora você mesma tenha admitido que não é feia. (...) Para minhas mãos e meu corpo, Sophie, você tem proporções agradáveis, pele quente e sedosa, e uma boca capaz de dar inveja a qualquer mulher. Tem cheiro de mulher e sabonete. E dentro de você existe uma feminilidade quente, úmida, macia e acolhedora. Você é minha e é toda a beleza que eu poderia desejar. Não permito que deprecie o que é meu. Não admitirei que ameace o bem-estar e a felicidade do que é meu. Compreendeu?"

O fato é que Sophie acaba salvando nosso Visconde de uma emboscada casamenteira ,digamos  isso assim, e isso acaba custando o teto em que ela vive, sendo assim Vicent em um ato de misericórdia e impulsividade faz um acordo, pede a mão dela em casamento e lhe dará tudo que uma Viscondessa merece e assim nunca mais passará por privações. Claro que muita coisa acontece após isto, muita confusão e cenas de matar de rir. Mas confesso que em alguns momentos eu quis esganar ambos os personagens (na verdade mais a Sophie do que Vicent).


Ambos têm uma evolução gritante de personalidade, principalmente Sophie, já que Vicent faz de tudo para mostrar para ela que a beleza é bem mais do que a externa, e que mesmo ela tendo péssimo tratamento ao logo da vida tudo pode mudar e só depende dela, que ela precisa acima de tudo se amar. E Vicent tem que aprender também a se impor mais e mostrar para todos que apesar de sua cegueira ser uma limitação não marca ele como um ser incapaz, e nesse ponto eu gostei, pois ambos apesar de terem cicatrizes e milhares de problemas conseguem sempre ajudar um ao outro, foi lindo de ler.

Acredito que se assim como eu, você que é fã de romance de época precisa muito ler esse livro, pois vai se encantar em absoluto e aprender algumas lições se parar para refletir, eu indico muito essa leitura e mal vejo a hora de ler o próximo que é um dos personagens que mais me chamou a atenção também dentre os 7 sobreviventes dessa série. Espero que tenham gostado e deem essa chance pois “Um acordo e nada mais” merece e muito ser lido.

"Proponho um casamento de verdade, Srta. Fry. E ter um herdeiro é um dever que em algum momento terei que cumprir. Se tivermos um filho, nossos sonhos terão de ser adiados, pelo menos por um tempo. Sem filho, um ano. A menos que prefira mais ou menos tempo. Mas acho que precisaríamos de um ano para nos estabelecermos como visconde e viscondessa Darleigh, de Middlebury Park.E é o que devemos fazer. Concordaria com o prazo de um ano?"



Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

Esse livro foi uma cortesia da editora.

Beijos!

25 abril 2018

[Resenha] Uma proposta e nada mais - @editoraarqueiro


“-(...) Quando duas pessoas não são perfeitas uma para a outra, mas estão apaixonadas, costumam se mostrar mais bem-preparadas para encontrar qualquer obstáculo no caminho e lutar com todas as armas de que dispõem.” pág. 201

Nome: Uma proposta e nada mais
Série: Os Sobreviventes Livro 1
Autor(a): Mary Balogh
Páginas: 272
ISBN: 9788580418170
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2018
Comprar: Amazon
Primeiro livro da série Clube dos Sobreviventes, Uma Proposta e Nada Mais é uma história intensa e cativante sobre segundas chances e sobre a perseverança do amor.
Após ter tido sua cota de sofrimentos na vida, a jovem viúva Gwendoline, lady Muir, estava mais que satisfeita com sua rotina tranquila, e sempre resistiu a se casar novamente. Agora, porém, passou a se sentir solitária e inquieta, e considera a ideia de arranjar um marido calmo, refinado e que não espere muito dela.
Ao conhecer Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome: ganhou seu título em reconhecimento a feitos na guerra. Após a morte do pai, um rico negociante, ele se vê responsável pelo bem-estar da madrasta e da meia-irmã, e decide arranjar uma esposa para tornar essa nova fase menos penosa.
Hugo a princípio não quer cortejar Gwen, pois a julga uma típica aristocrata mimada. Mas logo se torna incapaz de resistir a seu jeito inocente e sincero, sua risada contagiante, seu rosto adorável. Ela, por sua vez, começa a experimentar com ele sensações que jamais imaginava sentir novamente. E a cada beijo e cada carícia, Hugo a conquista mais – com seu desejo, seu amor e a promessa de fazê-la feliz para sempre.(Skoob)

O que falar para vocês desse livro que me deixou tão apaixonada e ansiosa pelo próximo volume? Posso dizer que amei muito, posso falar que perdi literalmente uma noite de sono lendo ele, posso falar tantas outras coisas, mas primeiramente irei apresentar para vocês esse lindo livro.

Nesta nova série da ilustre Mary Balogh vamos ter uma paisagem da Inglaterra pós-guerras napoleônicas, com personagens que sofreram traumas e grandes percas por conta da guerra e que para tentar se curar da melhor maneira possível formam um clube. O clube dos sobreviventes e ano após anos eles se encontram pelo menos uma vez para poder colocar o papo em dia e poder sempre ter a amizade que foi criada em um momento tão marcante na vida de cada um.


Neste grupo tão pequeno, mas especificamente de sete, sendo seis homens e uma mulher vamos conhecer primeiramente a história de Hugo Hemes, Lorde Trentham, que nem sempre teve um titulo, na verdade ele vem de uma família de comerciantes, ricos, mas não deixam de ser comerciantes. E ele sempre teve muita repulsa do mundo aristocrático, então imagina como ele se sente agora mesmo que não queira, mas está sim, fazendo parte desse mundo. Seus preconceitos e ressalvas exalam e nem sempre ele consegue se segurar. É um homem um tanto, bastante, complicado. E se vê em uma situação que tem que resolver, e rápido.

Seu pai morreu recentemente, e antes de morrer deixou toda sua fortuna para Hugo e tudo que pediu era que ele tivesse um herdeiro para quem deixar quando ele mesmo partisse. Claro que Hugo acata ao desejo do pai, só que ele não se vê casando, ele não quer isso na verdade, porém, como prometeu, ele precisa de um filho, e legitimo claro.


Eis que conhecemos também nossa dama da vez, Gwendoline, Lady Muir, viúva do Visconde de Muir. Uma mulher que como já disse é viúva e já tem alguns anos que se encontra nessas condições e não se vê saindo dela em momento algum. Uma mulher que sofreu muito em seu casamento e teme que ocorra novamente, então se priva de qualquer desejo semelhante a ter um marido novamente. Imagina então quando ela cruza o caminho dela com Hugo. O homem consegue tirar ela de seu estado normal sempre que presente.

O fato é que ambos têm muita química, mas ao mesmo tempo não querem assumir ou enxergar isso, é mais fácil viver em cabo de guerra do que qualquer coisa, e isso é muito engraçado. Hugo com todo seu preconceito pela aristocracia vê em Gwendoline a personificação do que jamais irá querer já ela vê em Hugo um mundo que ela jamais imaginou que iria se misturar. Então imaginem a quantidade de cenas hilariantes que teremos. Eu claramente tive que segurar a risada lá pelas 5 da manhã quando lia esse livro.


Uma leitura fluida, relaxante e gostosa, é isso que encontro nesse livro, e é isso que anseio nos próximos volumes, eu com toda certeza adoro as histórias que Mary nos conta mesmo que nem sempre ela use o humor para isso.

Sem dúvidas é uma história que, se você ama romance de época precisa ler. Sem a menor sombra de dúvidas.



Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

Resenha escrita por Karine 
do blog Books and Carpe Diem

Beijos!

21 fevereiro 2016

[Resenha] Ligeiramente Escandalosos - @editoraarqueiro

Nome: Ligeiramente Escandalosos - Os Bedwyn Livro III
Autor(a): Mary Balogh
Páginas: 288
ISBN: 9788580414547
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Saraiva, Extra, Americanas

Freyja Bedwyn é uma mulher diferente das outras damas da alta sociedade: impetuosa e decidida, ela preza a independência e a liberdade acima de qualquer coisa – até mesmo do amor.
Até que o destino lhe apresenta Joshua Moore, o marquês de Hallmare, um homem cheio de charme e mistério, dono de uma beleza estonteante e de uma reputação terrível. Quando ambos se encontram a caminho da pacata cidade de Bath, a química entre os dois é imediata.
Entre encontros e desencontros, conflitos e provocações, Joshua faz uma proposta inusitada: pede que Freyja finja ser sua noiva, para evitar que uma artimanha de sua tia o leve a se casar com a própria prima.
Para uma dupla que acha graça das convenções sociais, esta parece ser a oportunidade perfeita para se divertir. Mas a brincadeira acaba trazendo consequências inesperadas. Aos poucos, suas máscaras vão caindo e ambos se revelam pessoas bem diferentes do que aparentam.
Neste terceiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh se aprofunda ainda mais nos segredos e desejos dessa família incomum e extremamente sensual.

Freyja, Freyja, Freyja.
Na verdade,  a gente conhece a Freyja antes da série "Bedwyn" propriamente dita. Há dois livros iniciais e é no segundo (Um verão inesquecível) que pela primeira vez vemos essa moça de cabelos loiros e sobrancelhas escuras, que afugenta todas as suas preceptoras e não fica para trás por nenhum cavalheiro,  mesmo que esses possam ser seus irmãos.

Então temos essa jovem sem papas na língua e tão altiva quanto felina, mas que esconde de todos um coração partido  e é para não deixar essa dor transparecer, que nossa mocinha resolve viajar para a pacata Bath, mas o que ela não esperava era encontrar alguém que não tem medo de quem ela se tornou.


Joshua Moore a primeira vista é um homem leviano e inconsequente, no entanto, é só olhar mais de perto para perceber que a superfície não é tão branda como parece, e que esse moço despretensioso carrega nas costas não só uma família que depende dele, como também segredos dolorosos. Sensível,  divertido e encantador,  tudo aquilo que torna um romance algo gostoso de se ler.

"Ligeiramente Escandalosos" vem para mostrar mais uma vez que os Bedwyn não são só uma família,  são uma força da natureza e que apesar do nariz marca registrada deles que os mesmos fazem questão de manter empinados e em destaque, o coração desses irmãos é o que os torna o que são.


Além disso, as cenas em que a Freyja e o Joshua brigam e se engalfinham, só perde para as cenas onde eles desnudam a alma e se entregam ao amor. E quando eles se unem em torno de um objetivo, ninguém consegue parar esse casal, ops, talvez só alguém, o meu querido Wulfric (mas ainda falta para o livro dele). Os dois vivem causando confusão e criando polêmicas,  o pior é que eles sempre se divertem com isso, e enquanto o povo ainda tá assimilando as coisas,  eles já passaram para outra. É numa dessas que nosso mocinho propõem que Freyja finja ser sua noiva por algum tempo – só para evitar que sua tia o obrigue a casar com sua prima – ela aceita prontamente, isso também irá ajuda-la e dará uma movimentada nas coisas,  uma Bedwyn não nasceu para a vida pacata. Mas isso é romance né e a consequência geralmente é o amor.


Outros pontos altos do livro são as primas do Joshua e a interação dele com elas, quando os Bedwyn resolvem fazer uma visita, tudo fica melhor e mais divertido. Os personagens secundários são excelentes. Temos todos os irmãos de Freyja participando ativamente da história, assim como as esposas daqueles que já se casaram. Aí temos toda família de Josh, muita gente legal e divertida, e uma tia odiosa tentando atrapalhar tudo.

Uma leitura altamente recomendada para amantes de um bom livro. No fim, se não for pelo romance,  vale a pena ler pelas cenas hilarias entre os mocinhos. 



Esse livro foi uma cortesia da editora.

25 julho 2015

[Resenha] Ligeiramente Maliciosos - @editoraarqueiro

Nome: Ligeiramente Maliciosos - Os Bedwyn Livro II
Autor(a): Mary Balogh
Páginas: 288
ISBN: 9788580413939
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2015
Comprar: Saraiva, Submarino

Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.
Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.
Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.
Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?
Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.

Aí você está em uma diligência que sacode sem parar, ao lado de uma mulher digamos robusta, enquanto que do seu outro lado tem um homem que não perde a oportunidade de roçar alguma parte do corpo em você, além disso, o mal tempo faz com que a diligência vire. Isso te faz pensar que aquele não era seu dia de sorte, certo? Bom, para Judith esse definitivamente foi seu dia de sorte.

Judith Law é a filha do meio de uma família de cinco filhos, que por causa do filho mais velho e único filho homem, se encontram em problemas financeiros, fazendo com que uma das meninas tenha que ir morar com a tia insuportável, que fez um casamento vantajoso. É claro que sobra para nossa heroína, no entanto, antes de chegar ao seu triste destino, seu horrível meio de transporte lhe dá a oportunidade perfeita para ser quem ela quiser ser.

Quando ia a cavalo em direção à casa de sua avó, Ralf depara-se diante um acidente de trânsito, e como o cavalheiro que é, oferece ajuda, mas ao olhar a linda dama de cabelos vermelhos, vê-se hipnotizado, e em uma sucessão de eventos, eis que os dois acabam se tornando amantes, sem saber quem é um e quem é outro, aqui omissões e mentiras se misturam para tonar possível uma história de amor.

Mas todos sabemos que um dia a verdade sempre aparece, e nunca é de uma forma bonita, assim, enquanto Judith vive como uma empregada de luxo na casa da tia, suportando o tratamento desprezível da mesma e da prima, Ralf se descobre tendo que fazer a corte para uma dama que nunca viu na vida. Ahhhhh esse mundo têm um humor sádico mesmo, porque a referida dama não é nada mais nada menos que a prima da Judith e é assim, em meio uma tarde de chá que nosso casal apaixonado se reencontra, e não são corações que vemos nos olhos deles, são tristeza, espanto e amargor, ingredientes perfeitos para movimentar a história. Acrescente a isso, um primo lascivo, um irmão inconsequente, um baile com direito a apresentação de talentos e um roubo, e você tem uma ideia da confusão que acontece nesse romance.

O que eu amo nessa série é o fato de que mesmo os Bedwyns sendo esnobes e arrogantes, eles fazem tudo pelos seus. Se não fosse a interferência Wulfric, o irmão mais velho de Ralf e chefe da família, talvez as coisas não tivesse sido resolvidas tão rápido. E o que foi a Freyja tornando-se amiga da Judith pelo simples fato dela querer ir atrás do irmão sozinha?  Quer ser amiga da Bedwyns mais velha? Seja impertinente e não deixem que lhe digam o que você pode ou não fazer. xD

Acredito que a base do amor dos mocinhos tenha sido os momentos fortuitos, onde eles abriam o coração e eram verdadeiros um com o outro, mesmo quando a verdade doía. Eu simplesmente não sei como não amar essa história, que foi construída de maneira tão bem estruturada e concisa.  Mary Balogh é uma das minhas autoras favoritas, tudo que ela escreve vale a pena ler, não é a toa que a mulher ganhou o prêmio Rita de romances.

Quanto a essa série é preciso fazer algumas ressalvas, a Editora Arqueiro está publicado a série Bedwyn e outras mais de romances (palmas para ela), no entanto, ao que se refere a está em particular, houve uma exclusão que muito me incomodou, ou seja, eles estão publicado a partir do 3° livro.

Mas vamos do princípio, o primeiro livro da série Bedwyn se chama Uma noite de amor, aqui não aparece nenhum membro da família Bedwyn, o casal principal é a Lily e o Neville, depois vem o livro Um verão inesquecível, e agora sim, conhecemos esse clã tão intimidante, por fim, vem os seis livros dos Bedwyns cada um contando a história de um irmão (esses a Arqueiro está publicando), e ao final dessa série, a autora ainda escreveu uma espécie de spin-off conhecida como série das professoras ou Simply Quartet, que interliga vários personagens e dá um ótimo desfecho para algumas histórias. Então se você quiser fazer as coisas certas e ser maravilhado por essa série espetacular,  terá que ler 12 livros, mas vou te falar uma coisa, vale super a pena.

Eu li essa série faz alguns anos, e quando soube que a Arqueiro ia publicar pulei de felicidade, qual não foi minha tristeza quando vi que faltavam os dois primeiros. No entanto, ao ir num evento da editora esse ano, eles explicaram que estão tentando publica-los também, não aplacou minha dor, mas pelo menos eles deram uma explicação e não fingiram que os livros não existiam.

Vocês podem me perguntar “Taiany, faz diferença começar pelo "Ligeiramente Casados" (resenha aqui)?", sinceramente acho que não, você consegue sim entender a história começando por ele, mas, para compreender a essência dos personagens, a escrita da autora e como ela constrói cada enredo, devo dizer que faz toda a diferença do mundo. Dito isso, espero que todos que leram essa resenha corram atrás dos dois primeiros livros, não contem que eu falei, mas vocês podem achar no titio google, vocês sabem como.

Beijos, abraços, e ótima leitura.

Esse livro foi uma cortesia da editora!

22 dezembro 2014

[Resenha] Ligeiramente Casados - @editoraarqueiro

Nome: Ligeiramente Casados - Os Bedwyns # 01
Autora: Mary Balogh
Páginas: 288
ISBN: 9788580413212
Editora: Arqueiro 
Ano de lançamento: 2014
Comprar: Saraiva


À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse Custe o que custar!. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados... Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página. 

Quando eu fiz esse post (link) falei sobre romances de banca que foram “transformados” em livros de “livraria”, pois bem, a próxima resenha é um claro exemplo disso.

Infelizmente, quando as editoras fazem essa transformação elas nem sempre acertam, Ligeiramente Casadas é na verdade o 3º livro de uma saga com 8 livros, acho que a confusão toda da editora está no fato dessa saga ser toda dividida. 

Os dois primeiros livros são quase introdutórios (apesar de serem uma das melhores histórias que li na minha vida e o primeiro tem uma temática que eu nunca tinha me deparado antes), onde eles em si começam justamente no terceiro livro, uma vez que o título da série é Bedwyn, e que cada volume será focado em um dos 6 irmãos Bedwyn. 

Mas para complicar ou deixar tudo mais delicioso, a autora ainda escreveu outra serie chamada Simply Quartet, com personagens das histórias anteriores e respondendo coisas que ela mesma havia deixado em aberto, ou seja, se você quiser ler tudo, com a editora publicando ou não, terá que correr atrás de 12 livros, mas vou te falar uma coisa...

...vale muito à pena.

Agora vamos ao livro.

Agora vamos ao livro.

Sinceramente, não há muito do que se falar do livro além do que aparece na sinopse, e apesar de ser um romance, você não verá juras de amor eterno e olhos brilhantes, pelo contrario, o livro começa falando de guerra e a relação do casal não é nada amorosa. 

Eles não se casaram por amor, eles se casaram por causa de uma promessa feita num leito de morte. Amargor e desconfiança são o que cercam essa história, tornando todo o processo de apaixonamento dos personagens algo crível, e acima de tudo, algo para o qual os leitores torcem. 

É preciso, contudo, fazer um adendo, com os Bedwyn deve-se esquecer dos mocinhos espirituosos, cavaleiros e galantes, apesar de ricos, eles estão mais para rudes do que refinados. Como se todo o dinheiro os desse direito de serem esnobes, esses 6 irmãos abusam do “poder” que o dinheiro pode comprar. Só que mesmo com tudo isso, o livro ainda é uma linda história de amor, onde mocinho beija mocinha, se casam e tem filhinhos.

Mary Balogh é umas das minhas autoras favoritas desse gênero, essas série é delícia na minha vida, lembro que fiquei meio louca na época que li porque tava difícil conseguir o último livro, e posso sem sombra de dúvida que estou...
...ligeiramente lendo tudo de novo.

Esse livro foi uma cortesia da editora!


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