Mostrando postagens com marcador Karine Fernandes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Karine Fernandes. Mostrar todas as postagens
09 outubro 2018

[Resenha] Um Acordo e nada mais - @editoraarqueiro

Nome: Um acordo e nada mais
Autor(a): Mary Balogh
Série: Clube dos Sobreviventes
Páginas: 304
ISBN: 9788580418798
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2018
Comprar: Amazon
Embora Vincent, o visconde Darleigh, tenha ficado cego no campo de batalha, está farto da interferência da mãe e das irmãs em sua vida. Por isso, quando elas o pressionam a se casar e, sem consultá-lo, lhe arranjam uma candidata a noiva, ele se sente vítima de uma emboscada e foge para o campo com a ajuda de seu criado.
No entanto, logo se vê vítima de outra armadilha conjugal. Por sorte, é salvo por uma jovem desconhecida. Quando a Srta. Sophia Fry intervém em nome dele e é expulsa de casa pelos tios sem um tostão para viver, Vincent é obrigado a agir. Ele pode estar cego, mas consegue ver uma solução para os dois problemas: casamento.
Aos poucos, a amizade e o companheirismo dos dois dão lugar a uma doce sedução, e o que era apenas um acordo frio se transforma em um fogo capaz de consumi-los.
No segundo volume da série Clube dos Sobreviventes, você vai descobrir se um casamento nascido do desespero pode levar duas pessoas a encontrarem o amor de sua vida. (SKOOB)

Oi gente, como estão? Espero que bem, pois hoje estou mais do que animada de estar aqui com vocês e vamos conversar sobre um romance de época lindo e que eu estava esperando muito para ler e mais ainda para poder vim aqui e contar para vocês, vamos conversar hoje sobre “Um acordo e nada mais” da Mary Balogh, preparados? Vamos lá.

No segundo volume da Série do Clube dos Sobreviventes vamos conhecer a história do Vicent ou Visconde Darleigh, um personagem que desde o primeiro volume dessa série me deixou, cativa e curiosa. Imagine um cego. Sim gente, Vicent apesar de ser novo no auge dos seus 24 anos entrou cedo para o exército e saiu mais cedo ainda das guerras napoleônicas, pois logo que chegou sofreu um grave acidente e perdeu totalmente a visão. Isso ocasionou para ele uma total reformulação de vida obviamente.


O que mais incomodava ele nessa nova fase de sua vida é que além de ser permanente sua mãe e irmãs o tratavam como um bebê que não podia fazer nada, pois poderia se machucar e as decisões tinham que ser tomadas por elas, pois ele já não era mais capaz de tal coisa. Só que não era bem assim né, ele podia sim fazer tudo que quisesse, claro que tinha limitações, mas não o impedia de viver, e o estopim para ele cortar esse vinculo que estava matando-o foi fugir no meio da noite, pois já não aguentava mais ouvir todos em sua volta falar que ele precisava casar logo para ter um herdeiro.

Então sim, em um ato de rebeldia ele foge no meio da noite com seu valet e sem deixar rastros some por um tempo, ele simplesmente precisa sentir que tem  sua liberdade novamente, e por um tempo ele sente isso, mas depois ele sente falta de casa, não a casa que fugiu, na verdade ainda não se sente pronto para encarar sua família novamente, mas da casa em que cresceu, a casa em que passou os melhores momentos de sua vida antes de tudo mudar, então é para lá que parte, em uma missão em que não quer que ninguém saiba que ele está ali, pois sabe que assim que for reconhecido sua família saberá aonde ele está.


O outro lado dessa história é contado pela Srta. Sophia Fry, uma dama órfã, falida, que vive há 5 anos na casa de parentes, a primeira casa que foi encaminhada logo após a morte do pai foi de uma tia que morreu subitamente e não deixou nada para ela, logo após isso ela foi morar em uma cidadezinha no interior da Inglaterra e foi tão mal tratada que até os funcionários da casa em que habitavam tinham um tratamento melhor. Simplesmente era chamada de “ratinha” e ninguém se importava com ela, e com o passar do tempo isso foi se tornando a fortaleza de Sophia.

Mas tudo muda quando um belo homem aparece na cidade e ela se sente imediatamente atraída por ele, na verdade ela se sente razoavelmente confortável, pois já que esse homem é Vicent e ele é cego jamais poderá vero “horror” que é a dama. E também ela jamais imaginou que em um curtíssimo espaço de tempo a vida dela iria mudar por conta deste mesmo cavalheiro.

"– Ontem, você me prometeu obediência – disse ele.
– Sim.
Ela engoliu em seco, desajeitadamente.
– Aqui vai uma ordem, então. E exigirei obediência absoluta, Sophie. Ficarei genuinamente bravo se me desobedecer. A partir deste momento, você vai parar de se depreciar. Não posso vê-la, mas acredito em sua palavra quando diz que não é bonita de acordo com os padrões de beleza da sociedade. Talvez não seja surpreendentemente bonita a um observador casual, embora você mesma tenha admitido que não é feia. (...) Para minhas mãos e meu corpo, Sophie, você tem proporções agradáveis, pele quente e sedosa, e uma boca capaz de dar inveja a qualquer mulher. Tem cheiro de mulher e sabonete. E dentro de você existe uma feminilidade quente, úmida, macia e acolhedora. Você é minha e é toda a beleza que eu poderia desejar. Não permito que deprecie o que é meu. Não admitirei que ameace o bem-estar e a felicidade do que é meu. Compreendeu?"

O fato é que Sophie acaba salvando nosso Visconde de uma emboscada casamenteira ,digamos  isso assim, e isso acaba custando o teto em que ela vive, sendo assim Vicent em um ato de misericórdia e impulsividade faz um acordo, pede a mão dela em casamento e lhe dará tudo que uma Viscondessa merece e assim nunca mais passará por privações. Claro que muita coisa acontece após isto, muita confusão e cenas de matar de rir. Mas confesso que em alguns momentos eu quis esganar ambos os personagens (na verdade mais a Sophie do que Vicent).


Ambos têm uma evolução gritante de personalidade, principalmente Sophie, já que Vicent faz de tudo para mostrar para ela que a beleza é bem mais do que a externa, e que mesmo ela tendo péssimo tratamento ao logo da vida tudo pode mudar e só depende dela, que ela precisa acima de tudo se amar. E Vicent tem que aprender também a se impor mais e mostrar para todos que apesar de sua cegueira ser uma limitação não marca ele como um ser incapaz, e nesse ponto eu gostei, pois ambos apesar de terem cicatrizes e milhares de problemas conseguem sempre ajudar um ao outro, foi lindo de ler.

Acredito que se assim como eu, você que é fã de romance de época precisa muito ler esse livro, pois vai se encantar em absoluto e aprender algumas lições se parar para refletir, eu indico muito essa leitura e mal vejo a hora de ler o próximo que é um dos personagens que mais me chamou a atenção também dentre os 7 sobreviventes dessa série. Espero que tenham gostado e deem essa chance pois “Um acordo e nada mais” merece e muito ser lido.

"Proponho um casamento de verdade, Srta. Fry. E ter um herdeiro é um dever que em algum momento terei que cumprir. Se tivermos um filho, nossos sonhos terão de ser adiados, pelo menos por um tempo. Sem filho, um ano. A menos que prefira mais ou menos tempo. Mas acho que precisaríamos de um ano para nos estabelecermos como visconde e viscondessa Darleigh, de Middlebury Park.E é o que devemos fazer. Concordaria com o prazo de um ano?"



Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

Esse livro foi uma cortesia da editora.

Beijos!

02 agosto 2018

[Resenha] Mais Forte que o Sol - @editoraarqueiro

Nome: Mais Forte Que o Sol
Série: Irmãs Lyndon livro 2
Autor(a): Julia Quinn
Páginas: 288
ISBN: 9788580417999
Editora: Arqueiro
Comprar: Amazon

Leia a resenha do primeiro livro

Quando Charles Wycombe, o irresistível conde de Billington, cai de uma árvore – literalmente aos pés de Elllie Lyndon –, nenhum dos dois suspeita que esse encontro atrapalhado possa acabar em casamento.
Mas o conde precisa se casar antes de completar 30 anos, do contrário perderá sua fortuna. Ellie, por sua vez, tem que arranjar um marido ou a noiva intrometida e detestável de seu pai escolherá qualquer um para ela. Por isso o moço alto, bonito e galanteador que surge aparentemente do nada em sua vida parece ter caído do céu.
Charles e Ellie se entregam, então, a um casamento de conveniência, ela determinada a manter a independência e ele a continuar, na prática, como um homem solteiro.
No entanto, a química entre os dois é avassaladora e, enquanto um beijo leva a outro, a dupla improvável descobre que seu casamento não foi tão inconveniente assim, afinal...(SKOOB)

Hoje vamos conversar sobre um livro amorzinho de uma autora que eu adoro, vamos falar de “Mais forte que o sol” da linda diva Julia Quinn e posso adiantar para vocês duas coisas, a primeira é que eu amei e a segunda é que vale muito a pena fazer a leitura desse livro, mas sem mais delongas vamos ao que interessa.

Imagina você estar andando e de repente um homem cair em seus pés? Literalmente é isso que acontece com Ellie, uma mulher de 23 anos do qual o pai é pastor de um pequeno condado. O fato é que Ellie estava voltando para casa quando de uma arvore cai um belo homem fazendo com que ela brevemente some um susto, mas calma, foi bem breve mesmo, logo ela se recupera e percebe que o belo homem na verdade é...

“O cabelo dela, pensou de repente. O cabelo de Eleanor era da cor exata do sol em sua hora preferia do dia. Seu coração se encheu de inesperada alegria, e ele sorriu.”

O belo homem que cai aos pés de Ellie nada mais é do que o Conde de Billington, ou para os íntimos: Charles Wycombe, que na verdade está tendo um dia de cão. Morto de bêbado e sem saber mais como resolver o maior problema de sua vida ele decide subir em uma arvore. É o susto deve ter sido grande quando se encontrou no chão. Mas o maior problema dele no momento é que em quinze dias ele estará fazendo 30 anos e se encontra obrigado há estar casado para manter sua fortuna como é estipulado no testamento de seu pai. Ele tentou por muito tempo encontrar um meio de se ver livre disto, mas não é o que acontece e agora com o tempo curto tudo que lhe resta é casar.

Olhando mais calmamente para Ellie acaba que Charles faz uma proposta um tanto abstrata, sem nem ao menos conhecer a jovem dama ele lhe faz um pedido de casamento, o desespero está grande e a jovem é bonita, então porque não? Ele precisa de uma esposa e quer agora mais do que tudo que seja ela.


Claro que Ellie fica abismada com o pedido não convencional mas acredite ela também tem seus motivos para aceitar tamanha loucura, uma delas é que ela é muito inteligente, tão inteligente que aplica dinheiro em ações e tem um ótimo retorno, claro que de maneira oculta, já que faz tudo no nome de seu pai que de nada sabe sobre o assunto, o fato é que mulheres não podiam ter contas ou aplicações em seus nomes, isso era coisa de homem, o que há deixa profundamente irritada já que sua situação em casa não está nada boa com a nova madrasta e ela quer se cuidar sozinha.

"Muito bem - falou ele. - Acho que estamos firmando um acordo bastante justo. Eu me caso com a senhorita e a senhorita recebe seu dinheiro. A senhorita se casa comigo e eu recebo meu dinheiro. Ellie piscou. - Realmente não tinha pensado nas coisas dessa forma, mas sim, é basicamente isso."

Que mal haveria de ter em se casar com um Conde e se ver livre de sua madrasta que está mais para bruxa do 71, e claro fazer um acordo com seu “marido” do qual ele lhe dá total liberdade para ela ter seu próprio dinheiro e aplicar no que quiser. Pois na verdade o que Ellie mais deseja é ter sua independência e liberdade, não quer viver sendo sustentada nem pelo pai e nem pelo marido então decide tomar a frente de sua vida.


Gente, que livro mais fofo, sério, eu gostei demais dele, uma leitura leve e engraçada, com personagens fortes e marcantes, afinal é sempre isso que Julia Quinn nos apresenta e dessa vez não poderia ser diferente, eu realmente indicou muito esse livro, são personagens tão gostoso de ler que nem ao menos notei as páginas passando, na verdade eu não queria parar de ler em momento algum.

Sou grande fã de Julia e sempre quero ler os livros dela, claro que eu ainda tenho alguns para ler, mas esse livro me instigou tanto que eu fiz o que nunca faço, li fora da ordem de publicação, sim meu povo eu tenho toc com isso fazer o que?! Mas se assim como eu, você é fã de romance de época leia esse livro pois eu sei que vai se encantar com personagens tão encantadores como foi Charles e Ellie.



Beijos

Julia Quinn começou a trabalhar em seu primeiro romance um mês depois de terminar a faculdade e nunca mais parou de escrever. Seus livros já atingiram a marca de 8 milhões de exemplares vendidos, sendo 3,5 milhões da série Os Bridgertons. É formada pelas universidades Harvard e Radcliffe. Seus livros já entraram na lista de mais vendidos do The New York Times e foram traduzidos para 26 idiomas. Foi a autora mais jovem a entrar para o Romance Writers of America’s Hall of Fame, a Galeria da Fama dos Escritores Românticos dos Estados Unidos, e atualmente mora com a família no Noroeste Pacífico.

Esse livro foi uma cortesia da editora.

31 julho 2018

[Resenha] Uma Noiva para Winterborne - @editoraarqueiro

Nome: Uma Noiva para Winterborne
Série: Os Ravenels
Autor(a): Lisa Kleypas
Páginas: 336
ISBN: 9788580418576
Editora: Arqueiro
Comprar: Amazon

Leia a resenha do primeiro livro da série
Rhys Winterborne conquistou uma fortuna incalculável graças a sua ambição ferrenha. Filho de comerciante, ele se acostumou a conseguir exatamente o que quer – nos negócios e em tudo mais.
No momento em que conhece a tímida aristocrata lady Helen Ravenel, decide que ela será sua. Se for preciso macular a honra dela para garantir que se case com ele, melhor ainda.
Apesar de sua inocência, a sedução perseverante de Rhys desperta em Helen uma intensa e mútua paixão.
Só que Rhys tem muitos inimigos que conspiram contra os dois. Além disso, Helen guarda um segredo sombrio que poderá separá-los para sempre. Os riscos ao amor deles são inimagináveis, mas a recompensa é uma vida inteira de felicidade.
Com uma trama recheada de diálogos bem-humorados e cenas sensuais e românticas, Uma noiva para Winterborne é o segundo volume da coleção Os Ravenels.(SKOOB)

Vamos conversar sobre o segundo volume da série "Os Ravenels"? A vamos! será muito bom ter sua companhia aqui, então, vamos lá? Eu estou muito empolgada e feliz por estar aqui falando desse livro para vocês.  Um livro que já posso adiantar que amei poder ler. 

Nesse segundo vamos conhecer mais afundo o casal Rhys e Helen, dois personagens que tiveram, mesmo que levemente, seu destaque em “Um sedutor sem coração” e agora não tem mais volta, situações foram construídas e terão que ser resolvidas. 

Temos Rhys que é um galês muito rico e que batalhou para ter tudo que tem, dono da maior loja de utilidades de Londres, é um homem que sempre almejou ser reconhecido pela aristocracia e acha que o único meio para isso é casando com uma aristocrata, assim sua presença será imposta e não poderá ser ignorado. 


Eis que entra Helen Ravenel, a mais velha das meninas Ravenel e também a mais tímida e retraída. Já no primeiro livro um noivado é “imposto” entre eles, mas acaba que não dá certo. Porém, não porque Helen decidiu isso, e sim porque terceiros acharam que seria melhor escolher por ela. Uma coisa que a deixou bastante incomodada, fazendo que com isso ela tome as rédeas das próprias escolhas. O que me agradou muito, pois logo no inicio já é uma coisa demonstrada. 


Lisa Kleypas nos apresenta mais uma história com personagens que não teriam nada para se encaixar um no outro, personagens bem abstratos, mas que ao mesmo tempo com simples conversas conseguiram ver que tinham uma coisa a mais, uma menina tímida e retraída, que mostrou ser forte e determinada ao longo da trama, que só precisava de um impulso, um motivo para lutar por si mesma acima de tudo. 

Em contrapartida temos um homem que achava que precisava fazer todos reconhecerem sua presença, o que era um trabalho um tanto desgastante para ele. Então o caminho mais rápido seria mesmo casar com uma aristocrata, não precisava amar só ter um título. Mas ele não imaginava que as coisas poderiam ser tão diferentes, e que uma montanha russa de sentimentos, emoções e acontecimentos ocorreriam em seus planos. 

Lisa nos presenteia com um casal do qual o homem é rude e bruto e uma mulher delicada, e a mistura de ambos é sensacional. Olha gente eu posso falar com toda certeza que a cada livro que leio dessa diva eu me apaixono cada vez mais. Como eu disse, era um livro que eu não esperava muito, mas lendo ele eu me vi completamente apaixonada e ao final suspirei horrores. Claro que teve momentos que eu quis esganar Helen, mas isso é normal, de todos que leio eu sempre quero esganar algum em um determinado momento, hahaha.

Enfim, recomendo esse livro de olhos fechados e com a certeza que, se você é fã de romances de época, vai ficar completamente apaixonado(a), o segundo livro dessa série se tornou ainda melhor do que o primeiro e ao finalizar fiquei completamente louca pelo terceiro volume, sem sombra de duvidas será outro livro que me levará ao delírio assim como esse. 




Depois de se formar na Universidade de Wellesley em Ciências Políticas, publicou seu primeiro romance aos vinte e um anos de idade. Em 1985, ela foi nomeada Miss Massachusetts e competiu o Miss America, em Atlantic City. Lisa está casada e tem dois filhos. Em sua página na web, a autora conta: "Comecei a escrever romances porque sempre amei lê-los. Indiscutivelmente, fui uma nerd durante toda a escola primária e, mesmo "florescendo" na secundária, acredite, a nerd interior ainda estava aqui. Nunca pude imaginar um tempo melhor aproveitado do que lendo um livro, e este amor pela leitura, com o tempo, se traduziu num profundo desejo de escrever um"
 Esse livro foi uma cortesia da editora.

Beijos!

25 abril 2018

[Resenha] Uma proposta e nada mais - @editoraarqueiro


“-(...) Quando duas pessoas não são perfeitas uma para a outra, mas estão apaixonadas, costumam se mostrar mais bem-preparadas para encontrar qualquer obstáculo no caminho e lutar com todas as armas de que dispõem.” pág. 201

Nome: Uma proposta e nada mais
Série: Os Sobreviventes Livro 1
Autor(a): Mary Balogh
Páginas: 272
ISBN: 9788580418170
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2018
Comprar: Amazon
Primeiro livro da série Clube dos Sobreviventes, Uma Proposta e Nada Mais é uma história intensa e cativante sobre segundas chances e sobre a perseverança do amor.
Após ter tido sua cota de sofrimentos na vida, a jovem viúva Gwendoline, lady Muir, estava mais que satisfeita com sua rotina tranquila, e sempre resistiu a se casar novamente. Agora, porém, passou a se sentir solitária e inquieta, e considera a ideia de arranjar um marido calmo, refinado e que não espere muito dela.
Ao conhecer Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome: ganhou seu título em reconhecimento a feitos na guerra. Após a morte do pai, um rico negociante, ele se vê responsável pelo bem-estar da madrasta e da meia-irmã, e decide arranjar uma esposa para tornar essa nova fase menos penosa.
Hugo a princípio não quer cortejar Gwen, pois a julga uma típica aristocrata mimada. Mas logo se torna incapaz de resistir a seu jeito inocente e sincero, sua risada contagiante, seu rosto adorável. Ela, por sua vez, começa a experimentar com ele sensações que jamais imaginava sentir novamente. E a cada beijo e cada carícia, Hugo a conquista mais – com seu desejo, seu amor e a promessa de fazê-la feliz para sempre.(Skoob)

O que falar para vocês desse livro que me deixou tão apaixonada e ansiosa pelo próximo volume? Posso dizer que amei muito, posso falar que perdi literalmente uma noite de sono lendo ele, posso falar tantas outras coisas, mas primeiramente irei apresentar para vocês esse lindo livro.

Nesta nova série da ilustre Mary Balogh vamos ter uma paisagem da Inglaterra pós-guerras napoleônicas, com personagens que sofreram traumas e grandes percas por conta da guerra e que para tentar se curar da melhor maneira possível formam um clube. O clube dos sobreviventes e ano após anos eles se encontram pelo menos uma vez para poder colocar o papo em dia e poder sempre ter a amizade que foi criada em um momento tão marcante na vida de cada um.


Neste grupo tão pequeno, mas especificamente de sete, sendo seis homens e uma mulher vamos conhecer primeiramente a história de Hugo Hemes, Lorde Trentham, que nem sempre teve um titulo, na verdade ele vem de uma família de comerciantes, ricos, mas não deixam de ser comerciantes. E ele sempre teve muita repulsa do mundo aristocrático, então imagina como ele se sente agora mesmo que não queira, mas está sim, fazendo parte desse mundo. Seus preconceitos e ressalvas exalam e nem sempre ele consegue se segurar. É um homem um tanto, bastante, complicado. E se vê em uma situação que tem que resolver, e rápido.

Seu pai morreu recentemente, e antes de morrer deixou toda sua fortuna para Hugo e tudo que pediu era que ele tivesse um herdeiro para quem deixar quando ele mesmo partisse. Claro que Hugo acata ao desejo do pai, só que ele não se vê casando, ele não quer isso na verdade, porém, como prometeu, ele precisa de um filho, e legitimo claro.


Eis que conhecemos também nossa dama da vez, Gwendoline, Lady Muir, viúva do Visconde de Muir. Uma mulher que como já disse é viúva e já tem alguns anos que se encontra nessas condições e não se vê saindo dela em momento algum. Uma mulher que sofreu muito em seu casamento e teme que ocorra novamente, então se priva de qualquer desejo semelhante a ter um marido novamente. Imagina então quando ela cruza o caminho dela com Hugo. O homem consegue tirar ela de seu estado normal sempre que presente.

O fato é que ambos têm muita química, mas ao mesmo tempo não querem assumir ou enxergar isso, é mais fácil viver em cabo de guerra do que qualquer coisa, e isso é muito engraçado. Hugo com todo seu preconceito pela aristocracia vê em Gwendoline a personificação do que jamais irá querer já ela vê em Hugo um mundo que ela jamais imaginou que iria se misturar. Então imaginem a quantidade de cenas hilariantes que teremos. Eu claramente tive que segurar a risada lá pelas 5 da manhã quando lia esse livro.


Uma leitura fluida, relaxante e gostosa, é isso que encontro nesse livro, e é isso que anseio nos próximos volumes, eu com toda certeza adoro as histórias que Mary nos conta mesmo que nem sempre ela use o humor para isso.

Sem dúvidas é uma história que, se você ama romance de época precisa ler. Sem a menor sombra de dúvidas.



Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

Resenha escrita por Karine 
do blog Books and Carpe Diem

Beijos!

29 janeiro 2018

[Resenha] Uma Noite Inesquecível - @editoraarqueiro


“Estou falando de amor verdadeiro, do tipo que faz você sentir impetuosidade, alegria e desespero ao mesmo tempo.”

Nome: Uma noite inesquecivel
Autor(a): Lisa Klaypas
Série: As quatro estações do amor
Páginas: 144
ISBN: 9788580417296
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2017
Comprar: Amazon

O Natal está se aproximando e Rafe Bowman acaba de chegar a Londres para uma união arranjada com Natalie Blandford. Com sua beleza estonteante e o físico imponente, ele tem certeza de que a linda aristocrata logo cairá a seus pés.
No entanto, seus terríveis modos americanos e sua péssima reputação de farrista deixam Hannah, a prima da moça, chocada. Determinada a proteger Natalie, ela vai tornar a tarefa de cortejar a jovem muito mais difícil do que Rafe esperava.
Hannah, porém, logo começa a se importar mais do que gostaria com o rude pretendente da prima. Rafe, por sua vez, passa a apreciar um pouco demais a companhia de Hannah, uma mulher forte e pragmática com um coração doce e gentil. E quando Daisy, Lillian, Annabelle e Evie, quatro amigas inseparáveis que já conseguiram encontrar o homem de seus sonhos, decidem agir como cupidos, quem sabe o que pode acontecer?
Uma noite inesquecível é uma viagem mágica pela Londres vitoriana, com os diálogos espirituosos e personagens memoráveis que consagraram Lisa Kleypas como uma das autoras de romances de época mais aclamadas pelo público. Nesta continuação da série As Quatro Estações do Amor, os mais cínicos se tornam românticos e até os mais tímidos suspiram, arrebatados de paixão.


Se eu sou apaixonada por todos os livros que Lisa Kleypas publica? Imagina, só estava em uma abstinência horrível de livros dela já que li todos, e eis que vem minha enorme surpresa: Uma noite inesquecível. Ai que deleite foi poder conferir essa leitura e matar um pouco da minha saudade. Poder rever todos os personagens que já havia me encantado a muito tempo e ter uma pitada de como eles se encontram agora, foi realmente mágico.

Neste livro vamos como já disse poder rever todas as “Flores secas”, Annabelle, Lillian, Evie e Daisy, mas temos um adicional um novo integrante, não das flores secas, mas dessa história que não acabou: Rafe Bowman, irmão mais velho de Lillian e Daisy e o herdeiro do homem mais rico que tem nas Américas. Mas o fato é que Rafe está na Inglaterra, pois foi “prometido” a casamento com uma Lady da aristocracia, coisa que não deixa o rapaz nem um pouco satisfeito.


O fato é que ele não tem muita escolha, ou casa ou é deserdado, coisa chata isso não é mesmo? Mas quando ele coloca os olhos em Hannah as coisas começam a mudar, jogos de sedução se iniciam e muitos galanteios, tudo que Hannah... mais odeia na vida, e antes que eu me esqueça, tem outro porem, Hannah não é a prometida, na verdade ela é dama de companhia da prometida de Rafe, que confusão. Mas ao decorrer de tudo tanto Hannah quanto Rafe veem o quanto tem afinidade e similaridades e ai sim os jogos começam.

Ao ler esse livro eu me apaixonei um pouco mais pela autora e seus personagens (como se fosse possível) o fato é que Lisa não decepciona, ela sempre constrói personagens fortes e destemidos, com diferenças que seriam tudo para não dar certo, mas no frigir dos ovos dá um encaixe perfeito.


A história se passa durante as festas de fim de ano então imagina a loucura, uma casa cheia de mulheres que sempre querem ser as casamenteiras, um americanos que não quer se casar com uma britânica, uma britânica que tem aversão ao americanos, crianças, gestantes, confusões, intrigas, ufa, preciso tomar um folego. O fato é que esse livro que para mim foi mais um conto de tão curto que foi é realmente encantador. Impossível de não ler e se encantar e suspirar.


Claro que se quiser pode ler ele fora da ordem de publicação, mas imagino que se fizer isso ira perde todo o encanto que é essa história, além de enormes e totais spoilers que recebera, então na verdade, não recomendo que faça isso viu. Comece do inicio, assim toda a magia será depositada em você quando for pegar esse livro, e olha, sei que vai valer muito a pena no final. Mais do que recomendado, se apaixone por esse casal que é mais fácil misturar agua e óleo do que eles.



Depois de se formar na Universidade de Wellesley em Ciências Políticas, publicou seu primeiro romance aos vinte e um anos de idade. Em 1985, ela foi nomeada Miss Massachusetts e competiu o Miss America, em Atlantic City. Lisa está casada e tem dois filhos.
Em sua página na web, a autora conta: "Comecei a escrever romances porque sempre amei lê-los. Indiscutivelmente, fui uma nerd durante toda a escola primária e, mesmo "florescendo" na secundária, acredite, a nerd interior ainda estava aqui. Nunca pude imaginar um tempo melhor aproveitado do que lendo um livro, e este amor pela leitura, com o tempo, se traduziu num profundo desejo de escrever um." 

Esse livro foi uma cortesia da editora.

Beijos! :*
Resenha escrita por Karine Fernandes.

Últimas Resenhas

© Imaginação Literária • Resenhas, novidades e muito mais! – Tema desenvolvido com por Iunique - Temas.in