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25 abril 2018

[Resenha] Uma proposta e nada mais - @editoraarqueiro


“-(...) Quando duas pessoas não são perfeitas uma para a outra, mas estão apaixonadas, costumam se mostrar mais bem-preparadas para encontrar qualquer obstáculo no caminho e lutar com todas as armas de que dispõem.” pág. 201

Nome: Uma proposta e nada mais
Série: Os Sobreviventes Livro 1
Autor(a): Mary Balogh
Páginas: 272
ISBN: 9788580418170
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2018
Comprar: Amazon
Primeiro livro da série Clube dos Sobreviventes, Uma Proposta e Nada Mais é uma história intensa e cativante sobre segundas chances e sobre a perseverança do amor.
Após ter tido sua cota de sofrimentos na vida, a jovem viúva Gwendoline, lady Muir, estava mais que satisfeita com sua rotina tranquila, e sempre resistiu a se casar novamente. Agora, porém, passou a se sentir solitária e inquieta, e considera a ideia de arranjar um marido calmo, refinado e que não espere muito dela.
Ao conhecer Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome: ganhou seu título em reconhecimento a feitos na guerra. Após a morte do pai, um rico negociante, ele se vê responsável pelo bem-estar da madrasta e da meia-irmã, e decide arranjar uma esposa para tornar essa nova fase menos penosa.
Hugo a princípio não quer cortejar Gwen, pois a julga uma típica aristocrata mimada. Mas logo se torna incapaz de resistir a seu jeito inocente e sincero, sua risada contagiante, seu rosto adorável. Ela, por sua vez, começa a experimentar com ele sensações que jamais imaginava sentir novamente. E a cada beijo e cada carícia, Hugo a conquista mais – com seu desejo, seu amor e a promessa de fazê-la feliz para sempre.(Skoob)

O que falar para vocês desse livro que me deixou tão apaixonada e ansiosa pelo próximo volume? Posso dizer que amei muito, posso falar que perdi literalmente uma noite de sono lendo ele, posso falar tantas outras coisas, mas primeiramente irei apresentar para vocês esse lindo livro.

Nesta nova série da ilustre Mary Balogh vamos ter uma paisagem da Inglaterra pós-guerras napoleônicas, com personagens que sofreram traumas e grandes percas por conta da guerra e que para tentar se curar da melhor maneira possível formam um clube. O clube dos sobreviventes e ano após anos eles se encontram pelo menos uma vez para poder colocar o papo em dia e poder sempre ter a amizade que foi criada em um momento tão marcante na vida de cada um.


Neste grupo tão pequeno, mas especificamente de sete, sendo seis homens e uma mulher vamos conhecer primeiramente a história de Hugo Hemes, Lorde Trentham, que nem sempre teve um titulo, na verdade ele vem de uma família de comerciantes, ricos, mas não deixam de ser comerciantes. E ele sempre teve muita repulsa do mundo aristocrático, então imagina como ele se sente agora mesmo que não queira, mas está sim, fazendo parte desse mundo. Seus preconceitos e ressalvas exalam e nem sempre ele consegue se segurar. É um homem um tanto, bastante, complicado. E se vê em uma situação que tem que resolver, e rápido.

Seu pai morreu recentemente, e antes de morrer deixou toda sua fortuna para Hugo e tudo que pediu era que ele tivesse um herdeiro para quem deixar quando ele mesmo partisse. Claro que Hugo acata ao desejo do pai, só que ele não se vê casando, ele não quer isso na verdade, porém, como prometeu, ele precisa de um filho, e legitimo claro.


Eis que conhecemos também nossa dama da vez, Gwendoline, Lady Muir, viúva do Visconde de Muir. Uma mulher que como já disse é viúva e já tem alguns anos que se encontra nessas condições e não se vê saindo dela em momento algum. Uma mulher que sofreu muito em seu casamento e teme que ocorra novamente, então se priva de qualquer desejo semelhante a ter um marido novamente. Imagina então quando ela cruza o caminho dela com Hugo. O homem consegue tirar ela de seu estado normal sempre que presente.

O fato é que ambos têm muita química, mas ao mesmo tempo não querem assumir ou enxergar isso, é mais fácil viver em cabo de guerra do que qualquer coisa, e isso é muito engraçado. Hugo com todo seu preconceito pela aristocracia vê em Gwendoline a personificação do que jamais irá querer já ela vê em Hugo um mundo que ela jamais imaginou que iria se misturar. Então imaginem a quantidade de cenas hilariantes que teremos. Eu claramente tive que segurar a risada lá pelas 5 da manhã quando lia esse livro.


Uma leitura fluida, relaxante e gostosa, é isso que encontro nesse livro, e é isso que anseio nos próximos volumes, eu com toda certeza adoro as histórias que Mary nos conta mesmo que nem sempre ela use o humor para isso.

Sem dúvidas é uma história que, se você ama romance de época precisa ler. Sem a menor sombra de dúvidas.



Mary Balogh nasceu e foi criada no País de Gales. Ainda jovem, se mudou para o Canadá, onde planejava passar dois anos trabalhando como professora. Porém ela se apaixonou, casou e criou raízes definitivas do outro lado do Atlântico. Sempre sonhou ser escritora e tinha certeza de que, no dia em que escrevesse um livro, ele seria ambientado na Inglaterra do Período da Regência. Quando sua filha mais nova tinha 6 anos, Mary finalmente encontrou tempo para se dedicar ao antigo sonho. Depois de três meses escrevendo na mesa da cozinha, a primeira versão de sua obra de estreia estava pronta. Publicada em 1985, deu a Mary o prêmio da Romantic Times de autora revelação na categoria Período da Regência. Em 1988, depois de vinte anos de magistério, ela passou a se dedicar apenas aos livros. Hoje Mary Balogh é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times e vencedora de diversos prêmios literários.

Resenha escrita por Karine 
do blog Books and Carpe Diem

Beijos!

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5 comentários. Comente Também!:

  1. Eu adoro livros que tenham um pano de fundo histórico, mas quando eles focam em romance, já não sou muito fã e acho as narrativas todas muito parecidas!
    Ainda não tinha ouvido falar dessa autora ou dessa obra especificamente. Não gostei da história, mas apreciei sua resenha. =)

    http://livrelendo.blogspot.com

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  2. Olá!
    Eu sou muito fã da Arqueiro. Mas série e romance eu estou tentando evitar só leio se o assunto for extremamente empolgante para mim.
    Eu não conheço essa autora por isso agradeço a dica, pois penso que antes de falar mal, vamos ler! Já salvo no PC

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  3. Não sou fã de romances de época. Esse livro em particular teve algo que me chamou a atenção, a questão da formação do clube dos sobreviventes por pessoas que sofreram traumas e perdas por causa da guerra. Se o clube fosse o foco, eu leria, mas acredito que seja mesmo o romance, então passo a dica.

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  4. oie
    muito legal sua resenha, nunca li nada de romances de época mas sempre acho muito interessante os enredos, ainda pretendo arriscar um dia e quem sabe esse mesmo e que bom que vc gostou tanto

    beijos
    http://www.prismaliterario.com.br/

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  5. Olá Karine!!
    Eu ainda não tinha escutado falar sobre o cube dos sobreviventes mas achei muito legal a proposta do livro, gostei tanto que vou acompanhar os demais da série também!!
    Muito obrigada pela dica!
    Após uma ressaca literária preciso ler um livro amorzinho! 🙂

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