12 novembro 2014

[Resenha] Cidades de Papel - @intrinseca

Nome: Cidades de Papel
Autor: John Green
Páginas: 368
ISBN9788580573749
Editora: Intrínseca
Ano de Lançamento: 2013
Comprar: Saraiva



Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. 

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.
Quentin (Q), um jovem do terceiro ano do ensino médio, que tem uma rotina totalmente entediosa, nutre uma paixão por Margo Roth Spielgeman, sua vizinha, desde sua infância. O livro começa nos trazendo uma aventura dos dois quando eram crianças, que é quando eles acham um corpo de um homem morto. Depois de algum tempo os dois seguem caminhos diferentes, mas ambos ainda são vizinhos e estudam na mesma escola, porém não se falam com frequência como antigamente.

A vida de Q é ir para escola e jogar videogame com seus melhores amigos, Radar e Ben. Esta rotina é quebrada, quando em uma noite, na janela de seu quarto aparece um ser com a cara pintada, e esse ser é nada mais, nada menos que, Margo. Propondo a ele "A Noite Mais Incrível de sua Vida", que é igual a fazer 11 coisas, bizarras, misteriosas, com as pessoas que a traíram, uma vingança, que envolve, jogar peixes na casa dessas pessoas, invadir prédios, tirar foto do seu namorado nu, entre outras coisas. Q, acaba não aceitando no começo, com receio de ser pego pela polícia, ou algo do tipo, mas acaba cedendo.

"Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. Por exemplo muito provavelmente eu nunca vou ser atingido por um raio, nem ganhar um Prêmio Nobel, [...] Mas, se você levar em conta todos os eventos improváveis, é possível que pelo menos um deles vá acontecer a cada um de nós. [...] Eu poderia ter [...] me casado com a rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva do mar. Meu milagre foi diferente. Meu milagre foi o seguinte: [...] eu era vizinho de Margo Roth Spiegelman".- Quentin. (p.11).
Depois de fazer todas essas bizarrices, e podem ter certeza, eram bizarrices mesmo, eles voltam para casa. E no dia seguinte acontece uma coisa que irá fazer uma reviravolta da vida de todos que rodeiam Quentin, Margo some. E Q, coloca como o principal objetivo de sua vida, ACHÁ-LA. E ao decorrer do livro, descobrimos pistas que Margo deixa para Quentin poder achá-la, ou não, mas isso é o que vocês vão descobrir, essas pistas estão em lugares inimagináveis como dentro da dobradiça de uma porta, versos de um livro fino, quase impossível de ver na estante e etc.

Não só Quentin, mas toda a turma, Ben, Radar e Lacey, melhor amiga de Margo, embarcam nesta aventura à procura da amiga. E a cada momento que passa Q, tem uma opinião diferente de Margo. Que apresenta ser uma pessoas boa, educada e etc, mas não é, e isso vamos descobrindo junto com Q ao passar da história, ela não é compreendida por seus pais e luta por atenção. É julgada freqüentemente pelos "amigos".

O livro é narrado em primeira pessoa, por Quentin, é claro, e narrado quase sempre no passado, nas partes com mais tensão, de ação ou de mistério, é narrado no presente, o que te da mais aflição e "aguenta coração!!"

Na minha opinião, o autor está de parabéns, pois, até então eu só tinha lido "A culpa é das estrelas" do Green, porque todos estavam amando, e até que eu gostei. Mas "Cidades de Papel" se superou em todos os quesitos, humor, mistério, aventura e romance, toda hora eu me pegava dando risadas das piadinhas de Ben, principalmente na última parte. Mas também me emocionei, e tentei desvendar o mistério junto com os personagens. O livro também é faz o leitor pensar bastante, então o leia com a mente aberta.
Eu gostei muito da escrita do autor e do enredo, e espero que vocês também tenham gostado, ou para os que ainda vão ler, espero que gostem!

Um comentário:

  1. Curto bastante alguns livros do John Green (meu preferido é "Quem É Você, Alasca?"), tenho muita curiosidade de ler Cidades de Papel, mas agora minha próxima leitura é Will&Will. Ótima resenha!
    Beijos e tudo de bom sempre! || Unlocked Land ❤

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