01 junho 2014

[Resenha] O Visconde Que Me Amava - @editoraarqueiro

Nome: O visconde que me amava
Autor(a): Julia Quinn
Páginas: 304
ISBN: 9788580411973
Editora: Arqueiro
Ano de lançamento: 2013
Comprar: Saraiva

A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva.
Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela.
Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele.
Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.
Considerada a Jane Austen contemporânea, Julia Quinn mantém, neste segundo livro da série Os Bridgertons, o senso de humor e a capacidade de despertar emoções que lhe permitem construir personagens carismáticos e histórias inesquecíveis.


O único ponto negativo do livro é o motivo do porque o mocinho não querer ficar com a mocinha. A explicação é tão boba que a vontade que sentimos é entrar no livro e bater na cara do Anthony para ver se ele se ficar esperto.

Então, para quem não sabe, eu já li essa série, e toda, faz muito tempo. Ela era mais uma série de romances de banca, mas a editora Arqueiro resolveu publica-la (louvada seja a editora Arqueiro). Assim, resolvi relê-la conforme os livros estão sendo publicados, e hoje vou resenhar o segundo livro, O visconde que me amava.

Em O duque e eu, já dá para ter um vislumbre de como é o nosso mocinho. O homem da casa, o irmão mais velho, o protetor. Nosso queridíssimo Anthony Bridgerton volta para casa resolvido a se casar e ter um herdeiro para passar o titulo de visconde, no entanto, se apaixonar está fora de questão. E porquê? Porque o Anthony colocou na cabeça que não vai viver mais de 38 anos (não vou estragar a surpresa de ninguém é contar o absurdo dessa loucura), e como ele não quer ver sua esposa sofre, amor está fora da cartilha.

Em toda a saga da família Bridgerton vemos como os homens têm relia a casamento, e nesse livro há uma cena que explicita muito bem isso. Quando o Anthony diz que quer se casar, seus irmãos Benedict e Colin reagem de maneira assustada, um cai literalmente de uma cadeira e o outro se engasga com uma azeitona. Para ter uma ideia do medo de casamento desses homens. Hahaha.

Mas como o Anthony ia morrer logo (quero bater na cabeça dele para ver se ele fica esperto) e não podia ficar fugindo do casamento para sempre, arrumar uma esposa razoavelmente bonita e não estupida era sua prioridade, e ele acha uma pessoa assim, o problema é que acaba se apaixonando pela irmã dela.
Katharine Sheffield não é considerada bela e não quer arrumar um marido, mas nos salões de Londres tudo é possível e o amor pode bater a sua porta mesmo sem você quer.

Pra quem pensa que os mocinhos se olham, se apaixonam e vivem felizes até que a morte os separem, devo dizer que não é bem assim. Os mocinho não se bicam, vivem brigando, discutindo, e passando por situações constrangedoras durante todo livro.

Irritante e diabólica são só uma das formas como o mocinho chama a Kate. Só que é ela que vai salva-los de seus pensamentos distorcidos, e ele irá salva-la de seus pesadelos.

O livro tem cenas hilárias, e os Bridgerton estão cada vez mais presentes na história.  Adorei rever o Simon e a Daphne, e adorei as participações do Colin. E aqui não tem nada de madrasta má e irmã odiosa, a Edwina, irmã da mocinha é uma florzinha que quer mais é ver a Kate feliz.

Mais uma vez somos agraciados com um epílogo, na verdade, com dois (todos pulam de alegria). Só acho que o segundo epílogo poderia ser usado no último livro e não no segundo, porque ele mostra todos os irmãos Bridgertons com seus respectivos cônjuges em meio a um competitivo jogo.

Julia Quinn é uma mestra, e nesse segundo livro isso é confirmado.

P.S.: Gostaria de me retratar com vocês. Este segundo epílogo ao qual me referi só está presente na edição de romance de banca, acredito que para as edições da Arqueiro a autora deixará esse epílogo para o último livro.


Esse livro foi uma cortesia da editora!



4 comentários:

  1. Olá Taiany! Sou apaixonada por romances de época e desse série O Visconde que me amava é o meu predileto (Ainda não li a série toda pois só a conheci após a publicação da editora Arqueiro). Adorei esse romance inusitado entre Kate e Anhtony e a forma como foi desenvolvido resultou em muitas gargalhadas. Claro que essa ideia maluca do primogênito dos Bridgertons é mesmo meio irritante.
    Dentre os três já publicados pela editora esse é o meu preferido, mas estou super ansiosa pelo de Colin.

    Beijos
    Espero sua visita =)
    http://numrelicario.blogspot.com.br/

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  2. Oi Taiany, estou ensaiando para começar esta série, adoro romances históricos e este está sendo muito bem falado.
    Bjs, Rose

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  3. Oi meninas, obrigada pelos comentários ;)

    Erika, o livro do Colin é um dos melhores, mas meu coração é do Simon mesmo. rs

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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