[Resenha] O Chamado do Cuco - Robert Galbraith

12 abril 2014

Nome: O Chamado Cuco
Autor(a): Robert Galbraith (J.K. Rowling)
Páginas: 447
ISBN: 9788532528735
Editora: Rocco - Ano de lançamento: 2013

Quando uma modelo problemática cai para a morte de uma varanda coberta de neve, presume-se que ela tenha cometido suicídio. No entanto, seu irmão tem suas dúvidas e decide chamar o detetive particular Cormoran Strike para investigar o caso.
Strike é um veterano de guerra, ferido física e psicologicamente, e sua vida está em desordem. O caso lhe garante uma sobrevida financeira, mas tem um custo pessoal: quanto mais ele mergulha no mundo complexo da jovem modelo, mais sombrias ficam as coisas e mais perto do perigo ele chega.
Um emocionante mistério mergulhado na atmosfera de Londres, das abafadas ruas de Mayfair e bares clandestinos do East End para a agitação do Soho. O chamado do Cuco é um livro maravilhoso. Apresentando Cormoran Strike, este é um romance policial clássico na tradição de P. D. James e Ruth Rendell, e marca o início de uma série única de mistérios.

Assim como eu, todos os bons leitores de J.K. Rowling imaginavam que algum dia ela pudesse escrever algo que fugisse do mundo fantástico e mitológico. E isso aconteceu, com Morte Súbita. Mas O Chamado do Cuco mostrou ainda mais que a Rowling pode escrever o gênero que lhe proporem. Nesta obra, um romance policial. 

O enredo do livro pode ser rapidamente compreendido com a sinopse. Jonh Bristow que procura desesperadamente um detetive, encontrando Cormoran Strike e sua elementar assistente Robin, para descobrir o que antecedeu o suposto suicídio da sua irmã Lula Landry.

Seria um enredo enfadonho se a mente que escreveu esse livro não fosse a brilhante que escreveu Harry Potter! Lula é uma modelo, que vive entre flashes, inveja, fãs, paparazzis, vida luxuosa e vários amigos rappers e modelos, muito famosos, que adoravam beber e se meter algumas situações suspeitas. Ou seja, uma finada tão bem descrita que parece viva no decorrer da narrativa. 

Cormoran é outro personagem incrivel, ele é a junção de tudo o que pode tornar um ser humano sem esperanças, e por vezes, mal amado, mas mesmo assim, encontra Robin no meio do caminho, uma mulher decidida e super eficiente no que faz. E juntos ele formam um laço nada a ver com Sherlock e Watson. Eles são únicos. 

Isso me recorda todas as comparações sofridas pelo livro, em relação aos romances policiais de Sr. Conan Doyle. Não se engane, é um romance muito envolvente, narrado com muitas informações que formam uma teia, que se dissipa rapidamente no final, mostrando a solução do caso, assim como os de Sherlock Holmes, mas toda a modernidade e genialidade das mentes atualmente, não permite comparações desdenhosas. 


2 comentários:

  1. Muito interessante e abriu minha curiosidade, ainda mais por ser um romance policial, gênero que amo.
    Bjs, Rose

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  2. O gênero policial é um dos meus preferidos e J. K. uma das minhas escritoras preferidas. Assim sendo, não teria como eu não gostar desse livro. Mas confesso que achei o desfecho um pouco corrido e mal explicado; o detetive deu todas as respostas, mas não descreveu o caminho que percorreu para chegar a elas. E é exatamente isso de que mais gosto em livros policiais.
    De qualquer forma, o livro é ótimo. Estou no aguardo de mais!

    http://sobrelivroseletras.blogspot.com.br/

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